Koordináták 139

Uploaded 2021. január 11.

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közel Beja, Beja (Portugal)

Este trilho foi realizado no âmbito da unidade curricular de Geografia e Itinerários Turísticos, sendo o docente, o professor Vítor figueira. Os discentes que fizeram parte da construção e organização do trilho foram: Ana Nascimento, Carolina Cruz, Érica Semedo, Maizilda Mendes, Daniel Monteiro, João Regouga e João Costa.
Este trilho tem como principal objetivo conhecer a cidade e desvendar a sua cultura. Adicionando também a questão da natureza na cidade, pretendemos revelar de que forma a Camâra Municipal de Beja e as suas freguesias trabalham no sentido de dar à população várias espaços que procurem, junto da população, acariciar e valorizar os espaços naturais e de lazer numa determinada localidade.
Fa

Mata

O Parque de merendas tem vastos espaços verdes e muita sombra dada pelos eucaliptos, este têm wc, bancos, mesas e grelhadores, sendo utilizado várias vezes para inúmeros piqueniques, uma das características que realça a atenção é a sua fácil acessibilidade e estacionamento gratuito. O parque também pode ser utilizado para a pratica de exercício físico acompanhado de material para o usufruto público.
Vár

Castelo de Beja

Os primeiros relatos de ocupação humana do Castelo de Beja remontam para a pré-história, em meados do século II a.C., tal como se verifica nos textos de Ptolomeu e Políbio. No ano 49 d.C., Júlio César formalizou a paz para com os Lusitanos nesta cidade, nessa época denominada de Pax Julia. Acredita-se que a Pax Julia romana terá sido formada a partir de uma pequena elevação onde existia um oppidum – termo em latim designado à povoação principal em qualquer área administrativa do Império Romano – que corresponderia a uma primitiva muralha com uma planta circular, cujas dimensões e tipologias não são, até a data, conhecidas. Após disputas entre Visigodos e Suevos, no século V, ou ainda diversas rebeliões internas que terminaram na consequente deterioração das primitivas muralhas romanas, que acabaram por ser reconstruídas posteriormente refeitas. Aquando do reinado de D. Afonso III, em 1253, baseado nas novas exigências de guerra, o castelo foi reconstruído e atualizado arquitetonicamente. Obras essas que prevaleceram até ao reinado de D. Dinis (filho de D. Afonso III), em 1310, e de D. Fernando, em 1372. A partir da segunda metade do século XVI, a tipologia medieval do castelo, que se encontrava desatualizada perante as exigências pirobalísticas existentes na época, acabou por sofrer novamente restaurações de modo a prevalecer a localização estratégica da cidade na ampla planície que é, ainda hoje, o Baixo Alentejo. No século XIX o castelo de Beja passou a ter a função de prisão militar, onde se passou a dar benesse à sua Torre de Menagem, que é hoje o pouco que resta de todo o castelo, tornando-se na imagem principal que temos na atualidade. Características Numa combinação entre os estilos romântico, gótico, manuelino, medieval e maneirista, o castelo apresenta uma planta pentagonal. A muralha, coroada por merlões prismáticos, contem adarve envolvente, estando flanqueada originalmente por 40 torres (de entre as quais restou a Torre de Menagem de que falamos), rasgada por 7 portas e 2 postigos. A entrada principal do castelo abre-se em arco ogival e acede diretamente à praça de armas, tendo em conta que das primitivas portas restam hoje duas de origem românica: a Porta de Évora; e o arco da Porta de Avis. Entrada principal do castelo. Porta de Évora. No interior das muralhas do castelo, junto à única torre que resta, encontramos a Casa do Governador, mandada construir no século XV, para receber o Infante D. Afonso aquando da sua lua de mel. Casa do Governador. Muralhas do Castelo de Beja. Torre de Menagem. A Torre de Menagem (datada de 1310) é do estilo gótico, possui um formato quadrangular, e é considerada um dos mais belos e emblemáticos exemplos da arquitetura militar da Idade Média em Portugal. Para aceder até ao topo da torre é necessário subir um total de 183 degraus, num conjunto de 3 andares que funcionam como salas ornamentadas. A torre é composta por 40 metros de altura, tornando-se a mais alta da Península Ibérica, apresenta balcões angulares unidos por varandins definidos por ameias piramidais. É rasgada por portas ogivais e janelas geminadas, em arco de ferradura. No seu interior, encontramos tetos em abóbadas em cruzaria de ogivais. Varandim da Torre de Menagem. Teto em abóbada no interior da torre.
Park

Parque da cidade

Espaço de lazer construído em 2004, que inclui jardins (de água, de cheiros e de cores), um lago central, infraestruturas para restaurante, quiosque e esplanada, um espaço designado de canídromo e conta com um parque infantil. O espaço dispõe também de equipamentos desportivos e lúdicos direcionados para atividades desportivas e recreativas. O conta espaço conta também com a presença de animais.
Múzeum

Museu Regional de Beja

O Museu Regional de Beja, também conhecido por Museu Rainha Dona Leonor, foi inaugurado em 1791, sendo o museu mais antigo da Cidade de Beja e também de Portugal. A coleção principal compreende a secção de arqueologia romana, com peças encontradas na região reveladoras da ocupação do território durante o império de Júlio César, a secção de epigrafia e heráldica medieval, constituída por um conjunto de brasões e lápides tumulares, e, no 2º piso do museu, a apresentação do espólio reunido pelo arqueólogo Fernando Nunes Ribeiro e doado à cidade, com peças desde a Idade do Bronze até à atualidade. Este monumento foi muito ampliado com coleções provenientes de outros conventos e palácios da região. Entre o acervo do Museu, realça-se ainda o núcleo de pintura, composto por obras de mestres portugueses, espanhóis e holandeses, a secção lapidar, e a secção de Arqueologia, centrada essencialmente no período romano, muito rico nesta região.
Romok

Núcleo Museológico

O Núcleo Museológico da Rua do Sembrano integra um conjunto de estruturas arqueológicas que permitem, apesar de se tratar de uma área restrita no conjunto da estrutura urbana de Beja, entrever alguns momentos da história desta cidade e o modo como o espaço aqui foi evoluindo. As escavações arqueológicas, efetuadas durante as décadas de 80 e 90 do século XX, colocaram a descoberto vestígios que se estendem, cronologicamente, desde a Pré-História até à Época Contemporânea. Os mais antigos, alguns fragmentos cerâmicos, apontam para uma ocupação deste local que remonta à Idade do Cobre ou Período Calcolítico, no 3º milénio a.C.. É, porém, da Idade do Ferro, na segunda metade do 1º milénio a.C., o conjunto mais importante de elementos aqui recuperados, destacando-se, para além de um significativo conjunto de objetos, um troço de uma robusta muralha construída em pedra ligada com argila, que delimitava o perímetro do povoado deste período, ficando comprovada a teoria segundo a qual já existiria no local onde atualmente se ergue Beja um importante aglomerado urbano antes da presença romana. Esta construção pode hoje ser observada através de uma estrutura em forma de grade de grandes dimensões, abarcando a quase totalidade do piso do Núcleo Museológico, com o chão em vidro, possibilitando uma leitura da zona arqueológica fora do comum. É possível, igualmente, observar algumas estruturas do período romano, nomeadamente os vestígios de umas termas de pequena dimensão, possivelmente parte de uma habitação romana ou constituindo um estabelecimento com exploração comercial. Para além desta componente, o Núcleo integra ainda uma exposição de caráter permanente, na qual podem ser observados objetos retirados das escavações realizadas no sítio, abarcando todos os períodos desde a Idade do Ferro até à Época Contemporânea, fornecendo, por isso, um resumo sobre a história da cidade, e exposições de caráter temporário, relacionadas com a arqueologia e o património histórico da região. O projeto de arquitetura é da autoria do arquiteto Fernando Sequeira Mendes e junto à entrada do edifício pode ser admirado um painel de azulejos de grande dimensão, que recupera o tema da água na cidade antiga, da autoria do artista plástico Rogério Ribeiro.
Provisioning

Pastelaria/Restaurante Luís Da Rocha

O Luiz da Rocha é um espaço centenário que se constitui como um marco histórico da cidade de Beja, companheiro de muitas gerações e de muitas vivências e, sobretudo, uma referência incontornável da doçaria conventual alentejana. Existem muitos aspetos que fazem deste um espaço único, como tal, podemos encontrar os famosos porquinhos doces, a tarte de amêndoa, os doces conventuais, as queijadas de requeijão, as trouxas-de-ovos, as irresistíveis empadas de galinha, entre muitas outras especialidades, as quais fazem parte de um conjunto de iguarias que contribuíram para aprimorar o património gustativo de muitas gerações de alentejanos e não só. O Luiz da Rocha é muito mais do que uma pastelaria singular, muito mais que um simples café e muito mais que um restaurante esmerado. É um espaço único e acolhedor que proporciona à cidade de Beja um agradável ponto de encontro, lazer, comunicação e descontração, mantendo vivo o espírito e o ambiente dos clássicos cafés-tertúlia, onde se discute e debate a vida social bejense, a política nacional, o desporto ou a cultura. A excelência e qualidade do seu serviço acompanha há 126 anos o pulsar da vida bejense, servindo para reforçar ainda mais a sua história, o seu sucesso e distinção.
Park

Jardim público de Beja

O Jardim Gago Coutinho e Sacadura Cabral também conhecido por Jardim Público, é um espaço com bastantes jardins que remonta a 1840, este têm vindo a sofrer de algumas atualizações ao longo dos anos. As primeiras notícias sobre o Jardim Público apontam para um espaço ajardinado em Beja, remota a 1840 em que um antigo comandante do Regimento 11, aquartelado nas instalações do Convento de S.Francisco decidiu ajardinar uma das áreas do convento, a atual configuração do jardim começou a tomar forma, no entanto, por volta de 1880, altura em que o município decidiu reformar e melhorar este espaço, dando início a um processo de contínua atualização perlongando-se até aos dias de hoje. Até 1922 a designação adotada foi Jardim de Froebel. Este localiza-se no centro da cidade.
Waypoint

Biblioteca Municipal José Saramago

A Biblioteca Municipal de Beja foi fundada em 21 de Junho de 1874 e inaugurada em novo edifício no dia 30 de Abril de 1993 no âmbito do programa da Rede Nacional de Leitura Pública. É uma biblioteca moderna, cuja tipologia reflecte a filosofia de funcionamento de uma biblioteca pública: sector de adultos, sector infantil, sector multimédia e internet, sector de publicações periódicas, sector audiovisual, cafetaria e auditório. Uma biblioteca centrada nos livros e nos mais recentes suportes da informação, disponibilizando aos seus utilizadores um fundo bibliográfico de mais de 120.000 documentos, livros, CD's musicais, CDROM multimédia, DVD de cinema e musicais, recursos electrónicos, jornais e revistas Reflectida pelo número de locais de apresentação de espectáculo.
Waypoint

Praça da República

Antigamente conhecida como praça D. Manuel primeiro, sofreu várias alterações até a atualidade. A praça situa-se no centro histórico da cidade, é onde esta situado a camara municipal da cidade. A mesma carrega uma grande historia da cidade. No extremo da praça temos o pelourinho construído pelo rei D. Manuel I, após concessão do foral de 1521. Teria sido inicialmente instalado no terreiro dos Paços do Concelho, sendo no início do século XIX transferido para a Praça da República. À semelhança de outros do mesmo período, teria no topo os emblemas do monarca, nomeadamente a esfera armilar e a cruz de Cristo. No decorrer do século XIX, em data desconhecida, terá sido desmontado, tendo desaparecido grande parte dos seus elementos, apenas se preservando o capitel, o remate e parte do fuste. Em 1938 foi reconstruído, mas com a introdução de algumas alterações, não sendo incluídos os elementos que se conservavam do século XVI, para, em 2001, ter sofrido um acidente que o danificou. O pelourinho de Beja é um exemplo de reconstrução revivalista, fruto de uma perspetiva para com o património histórico muito comum na primeira metade do século XX. Ainda na Praça deparamos com a igreja da misericórdia que tinha como destino alojar os açougues municipais, porem posteriormente foi doado à Irmandade da Santa Casa da Misericórdia por ter sido considerado demasiado sumptuoso para o fim a que se destinava. Misto de arquitetura laica e religiosa, forma um original conjunto renascentista de forte influência italiana, inspirada na famosa loggia da cidade de Florença. Sobressai a sua colunata sobre planta quadrada. Também temos as arcadas que tem co sigo uma vasta nostalgia, com uma arquitetura manuelina é possível desfrutar deste espaço da esplanada da praça. Praça da República
Vallási helyszín

Ermida de Santo André

De finais do século XV, princípios do XVI, é um edifício que se insere na tradição construtiva gótico-mudéjar. Inserindo-se na tradição construtiva gótico-mudéjar, o templo poderá ter sido construído em finais do século XV ou princípios do XVI, eventualmente sob a acção mecenática de D. Manuel I. É um tipo de construção que encontra alguns paralelismos na região do Alentejo, consistindo em pequenos templos, construídos no exterior das muralhas das povoações. A tradição refere que o templo terá sido fundado por D. Sancho I, quando da primeira conquista de Beja aos muçulmanos, em 1162. No entanto esta lenda não encontra fundamentação histórica, até porque a cidade e sua região só integraram definitivamente os domínios do reino de Portugal na década de 30 do século XIII.

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