Idõ  7 óra 9 perc

Koordináták 1891

Uploaded 2021. április 13.

Recorded április 2021

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277 m
0 m
0
5,5
11
21,84 km

Megtekintve 71 alkalommal, letöltve 7 alkalommal

közel Sistelo, Viana do Castelo (Portugal)


ECOVIA DO VEZ

- Este percurso desenvolve-se ao longo da Ecovia do Vez, percorrendo dois terços desta, entre Sistelo (início) e os Arcos de Valdevez (fim);
- Trilho linear, sem marcações, mas com indicações ao longo do trajeto (placas indicativas da quilometragem percorrida, painéis informativos sobre biodiversidade e painéis informativos sobre pontos de interesse);
- Decorre pelo Vale do rio Vez, entre a aldeia de Sistelo e a vila dos Arcos de Valdevez, numa longa, suave e gradual descida, acompanhando o rio sempre pela sua margem direita. Nos primeiros 7,5 kms, o rio corre muito encaixado no vale, ladeado pelas encostas inclinadas da serra, desenvolvendo-se o percurso ao longo de passadiços de madeira engenhosamente construídos e, por vezes, encastrados em paredes rochosas. Depois, a partir do Poço das Caldeiras, a corrente do rio Vez acalma, permitindo que este continue o seu curso vagarosa e tranquilamente até à vila dos Arcos, sempre ladeado por caminhos de terra batida e curtos troços de passadiços de madeira;
- Ao longo do percurso existem vários pontos de referência, com destaque para as várias Zonas Fluviais de Lazer (Senhor dos Aflitos, Poço das Caldeiras, Carreira, Sieiros, Seixal, Pagido e Valeta), as várias poldras que permitem ligações entre margens, moinhos e azenhas, diversas pontelhas e a ponte medieval de Vilela;
- Misto de passadiços de madeira, caminhos de terra batida e calçadas de pedra;
- Trilho com características fáceis, mesmo tendo em conta a distância considerável, pois não apresenta declives acentuados nem passagens técnicas;
- O vale do rio Vez é um pequeno paraíso preservado, permitindo nos primeiros quilómetros que o curso do rio corra de forma selvagem, impulsionado pelas formações graníticas que o comprimem e condicionam, criando inúmeras pequenas quedas de água. As encostas da serra que limitam as suas margens, após os verdes socalcos de cultivo de Sistelo, estreitam o leito do rio de forma agreste para, pouco depois, abrir o vale a toda a paisagem rural desta região minhota, permitindo ao rio Vez alargar o seu leito e deslizar vagarosamente em direção à vila dos Arcos e, posteriormente, desaguar tranquilo no rio Lima;
- A aldeia de Sistelo é de visita obrigatória, devendo-se reservar algum tempo para percorrer as suas pequenas vielas por entre o casario, com destaque para o Castelo de Sistelo, a Igreja Paroquial e, se tiver fome ou sede, a Tasquinha da Ti'Mélia;
- A vila dos Arcos de Valdevez conserva todo o encanto característico do alto Minho, pela paisagem verde que a rodeia, a arquitetura solarenga, um rio que espelha a sua vaidade carregada de História, as romarias com muita tradição e uma gastronomia sem rival. Passear nas suas ruas e relaxar na relva da praia fluvial da Valeta, com o burgo na paisagem e a frescura das águas do Vez, são experiências irrecusáveis;
- Este trilho é um percurso muito acessível. No entanto, convém ter em conta o número de kms, que podem constituir uma dificuldade para quem não estiver habituado a caminhar com frequência ou distâncias mais longas. Se chover, as dificuldades serão acrescidas e os passadiços de madeira tornar-se-ão extremamente escorregadios e mesmo perigosos;
- No seu todo, é um percurso paisagísticamente deslumbrante, fresco e verde, cheio de sombra e com constantes apelos a retemperadores mergulhos nas límpidas águas do Vez. Esta belíssima região fará, com certeza, as delícias de quem a visite!!


ECOVIA DO VEZ

Outros percursos realizados nesta região:
Das Brandas de Sistelo ao Caminho dos Mortos
PNPG - Rota entre Brandas da Peneda (parcialmente encurtada)
PNPG - Da vila do Soajo à Branda da Cova
Trilho da Costa da Ponte
Trilho do Cabreiro


RIO VEZ

- ECOVIA DO VEZ
A Ecovia do Vez desenvolve-se ao longo dos Rios Lima e Vez, numa extensão total de 32,5 kms. No Lima: pela margem direita, do limite concelhio, em Jolda S. Paio até ao lugar de Gândara, freguesia de Santar, passando pelas freguesias de Padreiro e de Távora, onde se localizam, respetivamente a Quinta de Padreiro e a Quinta da Toural. No Vez: pela margem direita, limitado a norte pela aldeia de Sistelo e a sul pelo lugar de Prova, freguesia de Paço. A ecovia oferece condições para o seu uso em completo respeito pelo meio ambiente devolvendo aos habitantes este espaço de qualidade inigualável. O projeto teve em consideração a representatividade que um percurso deste tipo pode ter no concelho, assim como a sua relação com a paisagem periférica, promovendo a salvaguarda do património cultural e arquitetónico existente, bem como dos valores ecológicos e paisagísticos. Optou-se pela implantação de um percurso essencialmente rural ou natural, apesar da existência de alguns troços em meio urbano, situação que diversifica os seus potenciais utilizadores. Ao longo da caminhada, irá passar pela silenciosa foz do Vez, calcorrear calçadas seculares, atravessar a Vila de Arcos de Valdevez, atravessar passadiços que nos levam a locais de outra forma inacessíveis e com paisagens deslumbrantes, cruzar-se com a Ponte Medieval de Vilela, passar ao lado de moinhos de água, conhecer a foz do rio Cabreiro, refrescar-se numa das várias praias fluviais, admirar as varias represas e pesqueiras construídas pelo homem, e terminar a caminhada nos socalcos de Sistelo, candidatos a património mundial da UNESCO, uma das 7 maravilhas de Portugal, tudo isto em pleno contacto com a natureza. A Ecovia do Vez, que pode ser facilmente feita em família, tem vários pontos de acesso o que possibilita a realização de pequenos troços diários, sendo mesmo aconselhável dada a sua extensão. Em termos de dificuldade, apenas o troço final junto à Sistelo apresenta alguma dificuldade, dado surgirem algumas pendentes, mas nada que não seja recompensado pela magnífica envolvente.


ECOVIA DO VEZ (PASSADIÇO)

- ARCOS DE VALDEVEZ
A vila dos Arcos de Valdevez pode ser considerada uma pequena caixa de sedução, encravada no Vale do Vez. Habitada desde a pré-história, como o testemunham os diversos achados arqueológicos de que se destaca o Núcleo Megalítico do Mezio, conserva todo o encanto característico do alto Minho: paisagem verde, frescura abundante, arquitetura solarenga e um rio que espelha a vaidade de toda uma vila carregada de História.
Parte do concelho de Arcos de Valdevez está inserido no Parque Nacional da Peneda-Gerês, onde a natureza conserva todo o seu encanto original e esconde aldeias comunitárias como o Soajo, em que as populações mantêm os seus usos e costumes ancestrais.
A Terra de Valdevez e as suas gentes mergulham raízes no tempo longínquo. Franjeada pelo poético Lima, sulcada ao meio, e de ponta a ponta, pelo idílico Vez que lhe dá o nome, abeberada, em muitas direções, por saltitantes e cristalinos ribeiros, caprichosamente moldada pela natureza, ora em montanhas de empinado recorte (Soajo e Peneda) e extasiantes miradouros, ora em preguiçosas encostas em que amadura o vinho e, sonolentas várzeas onde cresce o pão.
Arcos de Valdevez é um dos quatro municípios que integram o Vale do Lima. Nesta região, percorrer a Rota dos Gigantes é uma forma de conhecer os locais onde nasceram quatro grandes figuras históricas que levaram Portugal aos quatro cantos do mundo. Fernão de Magalhães, o Navegador, de Ponte da Barca, comandou a primeira viagem de circum-navegação provando que a Terra é redonda. Em Ponte de Lima nasceu o Beato Francisco Pacheco (O Santo), Mensageiro da Companhia de Jesus e um dos primeiros missionários jesuítas no Japão. João Alvares Fagundes (o Descobridor), de Viana do Castelo, explorou e descobriu Terra Nova no Atlântico Norte, importante zona de pesca do bacalhau. Originário de Arcos de Valdevez era o Padre Himalaya, o inventor, estudioso científico das energias renováveis que representou Portugal na Exposição Universal de St. Louis, nos Estados Unidos.
Por todo o Concelho abundam as seculares casas senhoriais, as torres e pontes medievais e uma história, os templos de todos os estilos, as romarias sem conta e de muita tradição e uma gastronomia sem rival. A Terra de Valdevez é uma portentosa sinfonia de sol e de brisas, de luz e de cores, em que a nota dominante é o verde viçoso sem par.


ECOVIA DO VEZ


RIO VEZ
Waypoint

Sistelo

Com cerca de 270 habitantes, a pacata aldeia de Sistelo, no concelho de Arcos de Valdevez, tem vivido dias agitados desde que foi eleita uma das aldeias vencedoras do concurso 7 Maravilhas de Portugal. Em pleno Parque Nacional da Peneda-Gerês, junto à nascente do rio Vez, ergue-se uma magnífica paisagem verde em socalcos que lhe valeu a alcunha de “o pequeno Tibete português”. Os passadiços atraíram muitos turistas até à região, mas foi em 2017 quando a Paisagem Cultural de Sistelo foi reconhecida pelo Presidente da República como Monumento Nacional que a aldeia saiu do anonimato. É a primeira vez que tal classificação é dada a uma aldeia no seu todo, património cultural e natural, que até ao momento era só atribuída ao património edificado. Como tantas outras aldeias portuguesas, Sistelo também sofre com a desertificação, mas mantém todo o seu caráter tradicional de gente simples que vive da terra. Ao passear pelas ruas vai encontrar o casario típico, ruas com pedras grandes moídas pelos carros de bois, moinhos, lavadouros e espigueiros. Mas há muito mais para ver e apreciar. Deixe-se levar pelos sons da aldeia e passeie pelas ruelas, visite a Igreja Matriz, a Ponte Romana sobre o rio Vez, o moinho recuperado, a Ermida de Nossa Senhora dos Aflitos e as Capelas de Santo António, de São João Evangelista, da Senhora dos Remédios e da Senhora do Carmo. Para uma vista panorâmica, não deixe de subir ao miradouro do Chã da Armada para admirar a paisagem de socalcos e montanha. Maravilhe-se com os socalcos de produção agrícola, resultado da ocupação humana e que acabaram por moldar a paisagem. Os socalcos são a prova viva da capacidade de adaptação do Homem às singularidades e adversidades da natureza. Construídos para aumentarem a superfície de cultivo, os socalcos permitem um aproveitamento do solo para a agricultura de subsistência do milho, feijão e batata e pastagem dos animais, principalmente da vaca barrosã e cachena adaptadas ao clima e relevo da região.
Vallási helyszín

Igreja Paroquial de Sistelo

Da sua construção pouco se sabe, a primeira referência surge com a passagem da sua tutela da Comarca de Valença para a Diocese de Braga, entre 1514 e 1532. É uma Igreja de pequenas dimensões, dada a pouca densidade profissional, que se funde com o espaço envolvente. Na parte de trás, ao lado do cemitério, o jazigo neoclássico em pedra onde está sepultado Manuel Gonçalves Roque, primeiro Visconde de Sistelo.
Vár

Cruzeiro e Castelo do Visconde de Sistelo

O Castelo é, na verdade, um palácio de finais do século XIX, onde viveu o Visconde de Sistelo. Manuel António Gonçalves Roque nasceu em Sistelo, mas cedo partiu para o Brasil onde se tornou um comerciante de sucesso. Quando voltou aplicou a sua fortuna na construção de um palácio revivalista de planta retangular com duas torres com ameias, onde se instalou um centro interpretativo da biodiversidade do rio Vez e de promoção dos produtos locais.
Híd

Ponte da Veiga de Sistelo

Ponte oitocentista com dois arcos de volta perfeita. O tabuleiro, horizontal, tem pavimento de calçada, tão tipicamente minhoto.
Folyó

Foz do rio do Outeiro

Folyó

Zona Fluvial do Senhor dos Aflitos (açude)

Híd

Pontelha

Waypoint

Passadiço (novas estruturas)

Folyó

Poço das Caldeiras

Birding spot

Moinho e observatório de Loureda

Waypoint

Açude do Cornedo

Waypoint

Poldras de Loureda (S. Miguel)

Na época em que não havia pontes a cruzar as linhas de água, as poldras eram a única forma de passar a pé enxuto. Poldra é cada uma das pedras de uma pequena ponte destinada a peões sobre o leito de um riacho ou ribeiro. São blocos de granito devidamente aparelhados e dispostos em linha entre as margens. Ao longo de muitos anos por elas passaram milhares de pessoas - em dias de águas calmas e em dias de correntes caudalosas e revoltosas - como o comprova o desgaste das soleiras.
Folyó

Foz do rio Cabreiro

Folyó

Zona Fluvial de Carreira

Waypoint

Azenha da Chã

A velha azenha é um equipamento de moagem de cereal que tirava partido da força da água do rio para funcionar.
Folyó

Poldras da Chã

A típica poldra era utilizada para atravessar o rio de forma pedonal.
Híd

Ponte Medieval de Vilela

Classificada como Imóvel de Interesse Público, em 1990, a Ponte Medieval de Vilela, nos Arcos de Valdevez, é um exemplar da arquitetura do passado, que facilitava a movimentação de pessoas e bens. Debaixo dos seus arcos passa o rio Vez. Apesar da construção ser tipicamente românica, a data de construção não é conhecida. Mas aparece como “ponte” nas Inquirições régias de 1258, ou seja, supõe-se que já existia na primeira metade do século XIII. Tem rampas de acesso e tabuleiro em cavalete, assente em dois arcos, um deles quebrado, de tamanho desigual. Na margem esquerda está uma “Alminha” com a imagem de Santa Luzia, onde terá existido uma capela votiva. No século XVII, em plena Guerra da Restauração, o exército espanhol retirou de território português por esta ponte, sinal de que continuava funcional e poderia servir eficazmente de caminho por onde passar um pesado exército de infantaria. Também da Idade Moderna é o conjunto de alminhas na margem esquerda, onde se pintou uma rude e fruste representação de Santa Luzia. Ainda neste local, existem vestígios de uma antiga capela, provavelmente da mesma invocação que as alminhas, elemento de sacralidade dos caminhos e das passagens ribeirinhas, cuja tradição remonta à Idade Média e que tantos exemplos deixou na paisagem humanizada do nosso país.
Kút

Fonte de Santa Luzia

Waypoint

Pilares da Ponte de Aspra

Vestígios dos elementos verticais localizados nas margens do rio Vez, usados para receber os esforços diagonais de uma ponte que serviu estas populações durante muito tempo, mas cujo tabuleiro hoje jaz submerso no leito do rio.
Waypoint

Moinhos de Aspra

Exemplares de equipamentos tradicionais e comuns nos rios de montanha, de transformação de cereais em farinha através da força da água que faz girar uma roda horizontal localizada no interior dos edifícios.
Waypoint

Moinho da Breia

Engenho de moagem incorporado numa construção de grandes dimensões destacando-se, neste aspeto, dos restantes moinhos.
Provisioning

Bar D'Avestruz - Zona Fluvial de Sieiros (S. Cosme)

Híd

Ponte da Breia

Folyó

Zona Fluvial do Seixal (Gondariz)

Híd

Ponte e Zona Fluvial do Pagido (Gondariz)

Waypoint

Azenha de Celeiros

Engenho de moagem de cereal, que tira partido da força da água do rio para funcionar, com base numa roda exterior vertical, à qual a água chega através de um açude.
Waypoint

Posto de Apoio de Prozelo

Folyó

Foz do rio Àzere

Folyó

Foz do rio Frio (ou ribeiro de Parada)

Kút

Fonte do Piolho

Fonte revivalista, possivelmente do séc. XIX, de espaldar enquadrado de cada um dos lados por pilastra simples. No centro do espaldar existe um painel de azulejos azul e branco.
Híd

Ponte-açude de Arcos de Valdevez

Estrutura utilizada como meio de ligação pedonal entre as duas margens do rio Vez, mas com a função adicional de retenção e regularização da água do rio. O Açude é designado por Açude da Valeta e suporta a praia fluvial com a mesma designação.
Strand

Praia Fluvial da Valeta

Situada dentro do perímetro urbano da sede do concelho, esta zona balnear é muito procurada como espaço de lazer e recreio. Espaço agradável, localizado no decorrer do curso do rio Vez, com um extenso areal com águas calma e limpas, área relvada e arborizada, criando zonas de excelente sombra e fruição. Dispõem de várias infraestruturas de apoio, tais como sanitários, vigilância e bar com esplanada; nos meses de Julho e Agosto existe uma estrutura de cariz cultural, intitulada “Biblioteca do Rio”, um espaço pensado para aproximar as pessoas dos livros e da leitura durante a época balnear. A Praia da Valeta possui a classificação de água de excelente qualidade e compatível para a prática balnear, controlada regularmente pela Autoridade de Saúde.
Folyó

Poldras sobre o rio Vez

Híd

Ponte pedonal e açude

Waypoint

Azenha Club (discoteca)

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