Idõ  6 óra 40 perc

Koordináták 1909

Uploaded 2021. április 18.

Recorded április 2021

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411 m
82 m
0
5,4
11
21,69 km

Megtekintve 40 alkalommal, letöltve 2 alkalommal

közel Sula, Viseu (Portugal)


VALE DA MOURA

- Este percurso faz parte da GR49 - Grande Rota do Bussaco e desenvolve-se ao longo da etapa Bussaco - Mortágua, entre o Museu Militar do Bussaco (início) e a praça do município de Mortágua (fim);
- Trilho linear, com marcações ao longo do trajeto e painéis informativos sobre pontos de interesse. Pode-se consultar toda a informação alusiva no site oficial;
- Decorre, primeiro, pela encosta nascente da Mata Nacional do Bussaco, progredindo depois pelos vales adjacentes, numa longa, suave e gradual descida, acompanhando vários ribeiros, atravessando matas, zonas rurais e diversas povoações e lugares, até à vila de Mortágua;
- Ao longo do percurso existem vários pontos de referência, com destaque para o Museu Militar do Bussaco e os moinhos cuja história se cruza com a das invasões francesas (Sula e Moura), as várias povoações e lugares, com as suas pequenas capelas, diversos ribeiros que nos vão acompanhando (ribeira da Moura, ribeira de Cerdeirinha, ribeira do Vale da Velha, ribeira de Mortágua e ribeira da Fraga) e os parques urbanos de Mortágua (Parque Verde e Parque das Nogueiras);
- Misto de caminhos de terra batida, calçadas e estrada alcatroada;
- Trilho com características fáceis, mesmo tendo em conta a distância considerável, pois não apresenta declives acentuados nem passagens técnicas;
- Embora a referência aos vestígios históricos relacionados com as Invasões Francesas seja óbvia, infelizmente tal não é uma constante, ou seja, excetuando o Museu Militar e os dois moinhos, pouco ou nada mais é referido no trajeto...;
- Compreende-se que por se tratar de uma Grande Rota se opte por direcionar o trajeto pelas vias mais diretas, no entanto podia-se ter procurado outras opções para alguns kms em alcatrão que, na verdade, cansam, não acrescentam nenhum atrativo e são algo perigosos em alguns tramos (CM-1555, CM-1557);
- As várias povoações e lugares que se atravessam são muito pacatos e todos tem uma fonte pública (embora a água não seja controlada). Atente-se aos vários exemplos de arquitetura rural beirã, muitos deles infelizmente em avançado estado de abandono;
- A vila de Mortágua, com os seus parque urbanos, sombra, relva fresca e o som relaxante dos ribeiros, convida ao descanso merecido e relaxante no final desta etapa;
- Este trilho é um percurso muito acessível. No entanto, convém ter em conta o número de kms, que podem constituir uma dificuldade para quem não estiver habituado a caminhar com frequência ou distâncias mais longas. Se chover, as dificuldades serão acrescidas e os caminhos de terra tornar-se-ão bastante lamacentos (terra barrenta);
- No seu todo, é um percurso paisagísticamente interessante, fresco e verde, embora a paisagem seja maioritariamente "eucaliptizada", mas com bastante sombra e com vários pontos de água (povoações e lugares). E a Mata Nacional do Bussaco é de visita obrigatória!!!


LOURINHA DE BAIXO (PORMENOR)

Outros percursos realizados nesta região:
Mata Nacional do Bussaco
Pela Livraria do Mondego, entre Penacova e Porto da Raiva
Pelo Vale da Ribeira de Arcos aos Moinhos de Gavinhos
PR3 CNT - Rota do Calcário


VALE DE BORREGÃO

- GR49 - GRANDE ROTA DO BUSSACO
A Grande Rota do Bussaco é um percurso linear, em forma de estrela, com um total de 56 km, que incorpora três ramais distintos e cujo epicentro é a Mata Nacional do Bussaco. Os ramais são constituídos pelos troços Mealhada – Bussaco, numa extensão de 12 km, Mortágua – Bussaco, com 21 km e Penacova – Bussaco, com 23 km. Esta rota, promovida pela CIM-RC, desenvolve-se nos concelhos da Mealhada, Penacova e Mortágua e promove o potencial natural deste território, alavancada na qualidade e exuberância da biodiversidade da Mata Nacional do Bussaco.
A Mata Nacional do Bussaco constitui-se como um espaço de rara beleza e riqueza ao nível da biodiversidade, verdadeiro oásis da Região Centro para os amantes do turismo de natureza, possuindo uma das melhores coleções dendrológicas da Europa. Com uma dimensão de 105 ha e situada a uma altitude de cerca de 550 metros, a Mata Nacional do Bussaco, que integra a Região Biogeográfica Mediterrânica, sofre uma forte influência atlântica, o que lhe confere um microclima propício ao desenvolvimento de uma extraordinária diversidade florística e faunística, devido às temperaturas amenas, precipitação elevada e nevoeiros matinais frequentes. Esta combinação climática, associada à diferente exposição solar das suas vertentes, permite ao visitante desfrutar de uma vegetação perenifólia tipicamente mediterrânica (vertente sul) e de uma vegetação caducifólia, típica de climas temperados (vertente norte). No contexto desta exuberante mancha verde, composta por quatro unidades de paisagem, formada pelo Arboreto (cerca de 65% da área da mata), Jardins e Vale dos Fetos, Pinhal do Marquês e Floresta Relíquia, destacam-se, igualmente, um grande número de árvores notáveis e o Adernal, uma formação vegetal única dominada por adernos de grande porte arbóreo. Destaca-se ainda o Palace Hotel do Bussaco (edifício do séc. XIX, de estilo neomanuelino), com o seu “Jardim Novo”, a Via Sacra, única no mundo, à escala de Jerusalém, com uma extensão de 3 km e composta por 20 passos (Prisão e Paixão de Cristo), o convento de Santa Cruz, o Museu Militar, o monumento comemorativo da Batalha do Bussaco, os miradouros, com destaque para a Cruz Alta (550m), entre outros.
Para o viajante, o culminar desta grande rota na Mata Nacional do Bussaco permite a descoberta de uma região em três perspetivas, dependendo do ramal que seja percorrido. Se optar pela via Mealhada – Bussaco, aprecie os vinhedos da Bairrada e descubra as caves e adegas onde se produzem os vinhos tintos, brancos e espumantes, sendo o espumante muito apreciado para acompanhar a iguaria gastronómica local mais típica – o leitão assado da Bairrada. Ainda nesta via, descubra a vila de Luso, conhecida pela sua estância termal e pelo consumo de água mineral.
No troço Mortágua – Bussaco, o turista é convidado a percorrer estradões e aldeias que contam histórias e estórias da passagem das tropas napoleónicas pelo território, mas também a desfrutar de uma diversidade faunística e florística proporcionada pelas ribeiras que encontra ao longo do percurso.
A via Penacova – Mealhada permite uma descoberta diferente, num contexto paisagístico de montanha proporcionado pela Serra do Bussaco.


MURAL "BATALHA DO BUSSACO"

- AS INVASÕES FRANCESAS E A BATALHA DO BUSSACO
Guerra Peninsular
Batalha do Bussaco


PARQUE DAS NOGUEIRAS (MORTÁGUA)
Múzeum

Museu Militar do Bussaco

Inaugurado em 27 de Setembro de 1910 com a presença do Rei D. Manuel II, por ocasião do 1º centenário da Batalha do Buçaco, que sintetiza a valentia e a acção heróica do exército anglo-luso durante o período da Guerra Peninsular. Ampliado e remodelado em 1962, dispõe de valiosas colecções de armas, uniformes e equipamentos utilizados na Batalha, de que se destaca uma peça de artilharia com a respectiva guarnição. Nas suas salas mostra o rico legado da época, nomeadamente peças militares do principio do Séc XIX, figuras uniformizadas, guiões e medalhas, material e equipamento diversos, uniformes, gravuras, uma peça de campanha de 9 libras que tomou parte na batalha e respectiva guarnição, evocações miniaturizadas e uma completa maquete mostrando as posições das forças em combate.
Panoráma

Moinho de Sula / Miradouro

O Campo Militar da Batalha do Bussaco distribuiu-se por uma extensa zona da Serra do Bussaco e duas áreas, correspondentes a dois locais de combate distintos: o Campo de Santo António do Cântaro, situado abaixo da cumeada da Serra; o Campo de Moura/Sula, que inclui os moinhos com o mesmo nome, o Obelisco comemorativo da Batalha, erigido em 1873; e a Capela da Vitória, originalmente das Almas, que serviu de enfermaria de campanha às tropas da batalha. Localizado na freguesia de Trezoi, no alto da Serra do Bussaco, o moinho de Sula foi construído entre os séculos XVII e XVIII. Com uma vista privilegiada sobre o vale de Mortágua, este lugar emblemático do Bussaco serviu de posto de comando ao general Robert Craufurd, comandante das tropas luso-britânicas que defendiam o flanco norte da Serra, em 1810.
Vallási helyszín

Capela de Sula / Fonte

Waypoint

Moinho da Moura

O Campo Militar da Batalha do Bussaco distribuiu-se por uma extensa zona da Serra do Bussaco e duas áreas, correspondentes a dois locais de combate distintos: o Campo de Santo António do Cântaro, situado abaixo da cumeada da Serra; o Campo de Moura/Sula, que inclui os moinhos com o mesmo nome, o Obelisco comemorativo da Batalha, erigido em 1873; e a Capela da Vitória, originalmente das Almas, que serviu de enfermaria de campanha às tropas da batalha. A cerca de 2 km do moinho de Sula, encontra-se o Moinho da Moura, moinho que foi albergue do posto de comando do Marechal André Massena, comandante em chefe das forças francesas, na Batalha do Bussaco, travada a 27 de Setembro de 1810.
Kút

Fonte de Moura / Lavadouro

Vallási helyszín

Capela da Cerdeirinha / Fonte

Kút

Fonte (Cerdeirinha)

Waypoint

Lavadouro de Cerdeirinha

Folyó

Ponto de água do Ameal

Waypoint

Capela do Amial

Kút

Amial / fonte

Waypoint

Azenha (ribeira de Cerdeirinha)

Waypoint

Ass. Cultural Lourinha de Baixo

Kút

Fonte de Lourinha de Baixo

Híd

Ponte ribeira de Cerdeirinha

Múzeum

Núcleo Museológico da Irmânia

O Núcleo Museológico da Irmânia – Raízes e Memória, situado na Marmeleira, foi inaugurado em 2016. Gerido pelo Rancho Folclórico e Etnográfico “Os Irmânicos” da Marmeleira, é um espaço dedicado à divulgação e preservação do património cultural e histórico do concelho e das suas gentes, através da representação do quotidiano rural, doméstico e comercial do final do século XIX e início do século XX. A maioria das peças que fazem parte do espólio apresentado foram cedidas por populares da povoação e da freguesia. É constituído por vários espaços que recriam os usos, os costumes e os modos de vida rural de antigamente, nomeadamente: a Casa do Lavrador, uma habitação de uma família tradicional da região; a Loja Progresso e a Alfaiataria Lysiana, dois espaços comerciais emblemáticos da povoação; a sala Zé Pereiro, onde estão representadas atividades tradicionais da região; a sala Basílio Lopes Pereira, onde poderá descobrir um pouco da história da Marmeleira. Estão, também, expostos documentos com mais de cem anos de existência. A “vila da Irmânia” é conhecida pelas suas iniciativas criadas no século XX em benefício da cultura e instrução do povo da região. Em 1908, foi criada, na Marmeleira, a Escola Livre da Irmânia; em 1912, foi fundado na aldeia o jornal “O Sol Nascente”, cuja receita revertia a favor da Biblioteca Popular; em 1913, foi instituído o Centro Democrático de Educação Popular.
Híd

Ponte ribeira de Cerdeirinha

Híd

Ponte ribeira de Cerdeirinha

Kút

Fonte de Caparrosinha

Waypoint

Moinho dos Amores (ribeira de Cerdeirinha)

Folyó

Ribeira de Mortágua (açude)

Folyó

Ribeira de Mortágua (açude)

Folyó

Ribeira de Mortágua (açude)

Park

Parque Verde da Ponte

Situado junto à Ribeira de Mortágua, o Parque Verde da Ponte constitui um agradável e belo espaço de descanso, bem-estar, convívio e lazer, onde predomina a água, as árvores e o verde dos espaços relvados. Os choupos, freixos e salgueiros, entre outras espécies ali existentes, oferecem aos visitantes sombra e frescura nos dias de Verão. Os acessos envolventes convidam a fazer passeios e a manter a boa forma física. O Parque faz jus ao nome, sendo os espaços relvados amplos e dominantes.
Folyó

Ribeira de Mortágua (açude)

Folyó

Ribeira de Mortágua (ponte)

A Ribeira de Mortágua é uma ribeira portuguesa que nasce na vila com o mesmo nome. Possui diversos afluentes e desagua no rio Mondego.
Park

Parque das Nogueiras

Vallási helyszín

Capela de São Domingos

Waypoint

Câmara Municipal de Mortágua

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