Idõ  9 óra egy perc

Koordináták 2423

Uploaded 2020. október 13.

Recorded október 2020

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  • Easy to follow

     
  • Scenery

     
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1 257 m
403 m
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5,7
11
22,69 km

Megtekintve 203 alkalommal, letöltve 7 alkalommal

közel Lamas de Olo, Coimbra (Portugal)

FOTOS DESTA E DE OUTRAS TRILHAS EM ”CAMINHANTES"


GRANDE ROTA DO PARQUE NATURAL DO ALVÃO 2020


Decorridos dois anos, voltamos ao Parque Natural do Alvão para a quarta edição da Grande Rota criada pelos “Caminhantes” em 2015 neste magnifico Parque Natural. Nesta edição introduzimos algumas alterações ao percurso, principalmente na primeira etapa, mas ainda não encontramos alternativa para a descida do Alto do Vaqueiro até à EN304, troço mais difícil da Grande Rota, particularmente este ano devido à densa vegetação de carqueja e giestas, não existindo qualquer trilho definido.

Trata-se de um percurso circular, com início e fim em Ermelo (Rua Principal), trilho não sinalizado, com a extensão de aproximadamente 42Kms, realizado em dois dias, com pernoita em Lamas de Olo, está inserido no Parque Natural do Alvão que oferece paisagens de rara beleza, permitindo o contacto com o mundo rural e um vasto património natural e cultural.

O Parque Natural do Alvão é uma área predominantemente natural, com um grande valor paisagístico, para o qual contribui a diversidade e riqueza do seu património natural. Esta área possui encantos naturais de grande valor, com destaque para as cascatas, que se podem encontrar ao longo do rio e numerosas lagoas e ribeiros de água límpida, as formas geológicas resultantes da erosão dos granitos.

Ao longo do trilho, podem observar-se paisagens de montanha: baldios rochosos e agrestes utilizados normalmente para pastagens do gado, grandes prados naturais de abundante riqueza florística e faunística, uma paisagem humanizada, onde é possível observar os campos agrícolas utilizados pelo Homem, normalmente localizados próximo das aldeias e linhas de água.


Miradouro Alto da Cabeça Grande


2ª ETAPA
GRANDE ROTA DO PARQUE NATURAL DO ALVÃO (LAMAS DE OLO - ERMELO)


Pela manhã o despertador toca, depois de uma noite a retemperar forças, é hora de levantar, tomar o pequeno almoço e dar um “arranjo” à casa. Mochilas prontas, iniciamos a jornada em direção às Barragens do Alvão pela estrada municipal M313. A primeira barragem que nos aparece é a Fundeira, mais pequena, segue-se a Cimeira, de maior dimensão, construídas na década de 40, destinadas ao regadio dos campos de cultura. Este local tornou-se, ao longo dos anos, um ponto de atração do Parque Natural do Alvão.

Seguindo o percurso, por caminho florestal, é nítida a fraturação dos granitos que evidenciam perfeitamente a sua erosão ao longo dos tempos. Aqui, a paisagem é, sem dúvida, influenciada pelas formas do relevo resultante das caraterísticas das rochas granitoides locais. Chegando à zona florestal observa-se uma grande variedade de pinheiros, aqui cortamos à esquerda por caminho de pé posto, muito mal definido, mas marcado com algumas mariolas e começamos a descer para a aldeia rural de Agarez. Há medida que vamos descendo o caminho vai ganhando maior definição. Provavelmente este caminho outrora serviu de ligação a estas povoações e ao pastoreio do gado pelas encostas da serra. Já começamos a ter belas panorâmicas das serras longínquas e do lado direito, no fundo do vale, a aldeia de Arnal.


Panorama Aldeia do Arnal

O acesso a Agarez faz-se por estrada alcatroada, ao chegar à aldeia viramos à direita, por caminho empedrado em direção a Galegos da Serra. Continuamos o percurso ao longo da margem esquerda da ribeira de Arnal até encontrar a ponte em pedra junto ao moinho de rodízio horizontal. Nesta linha de água é possível observar grandes blocos de granito e pequenas marmitas nas rochas, o que evidencia a capacidade erosiva das águas.

Continuando até à aldeia de Galegos da Serra é possível observar a passagem de uma área predominantemente natural para uma área humanizada verificando-se aqui a existência da prática agrícola. Depois da subida avista-se a aldeia, já na aldeia de Galegos da Serra pode observar-se as caraterísticas do povoamento, as construções tradicionais, construídas com matérias existentes na própria zona. As construções, uma vez mais, concentram-se em terrenos, normalmente com reduzida aptidão para a agricultura.

Deixamos a aldeia por caminho tradicional junto a uma pequena área de vegetação bem desenvolvida, nomeadamente de carvalhos e para completar esta beleza natural temos a ribeira e os muros cobertos de musgo que é simplesmente espetacular! No percurso, à medida que nos afastamos de Galegos da Serra, em direção ao Planalto do Vaqueiro e ao Parque Eólico do Outeiro, é visível o contraste de paisagens, constituídas quer por vertente cobertas de vegetação e outra por afloramentos rochosos.

No Planalto do Vaqueiro, ponto mais alto do trilho, este percurso atravessa uma vasta zona planáltica onde se encontram, predominantemente, áreas baldias cobertas de urzais (Erica spp.) e carquejais (Chamaespartum tridentatum) onde rebanhos de cabras bravias encontram o seu alimento e onde, em dias mais frios, poderemos encontrar um bonito e fofo manto de neve…

Seguindo pelo caminho de terra batida do parque eólico e pouco depois do Posto de Transformação, na eólica nº9, iniciamos a descida. Era nosso objetivo melhorar este troço da GR, procuramos uma alternativa à forte inclinação do terreno, serpenteamos a encosta e fomos seguindo algumas mariolas colocados em anos anteriores para marcar o caminho. Este ano encontramos uma densa vegetação que dificultou imenso a progressão, foi necessário realizar um verdadeiro corta-mato até à Fonte da N304 - TROÇO IMPRATICÁVEL: DESDE ALTO DO VAQUEIRO (EÓLICA Nº9) ATÉ À FONTE N304 – NÃO ACONSELHADO A SUA REALIZAÇÃO.


Panorama Aldeia de Ermelo

Já cá em baixo, cruzamos a estrada N304 e entramos num caminho por entre densa vegetação de carvalhos até cruzarmos novamente a N304 já às portas de Ermelo, seguimos por estradão florestal alguns metros para depois iniciar a descida por entre o casario da encosta Sul da aldeia de Ermelo, local onde terminamos esta Grande Rota do Parque Natural do Alvão.


FICHA TÉCNICA DA ETAPA
Realização: outubro 2020
Percurso: Lamas de Olo - Barragens do Alvão - Agarez - Galegos da Serra - Alto do Vaqueiro - Ermelo
Distancia: 22,7 km
Duração: 9h02min
Tempo em movimento: 5h46min
Tempo parado: 3h16min
Movimento médio: 3,90km/h
Acumulado positivo: 973m
Acumulado negativo: 1571m


TRILHA DAS ETAPAS
(1/2) ERMELO - LAMAS DE OLO
(2/2) LAMAS DE OLO - ERMELO

TRILHA COMPLETA
GRANDE ROTA DO PARQUE NATURAL DO ALVÃO 2020





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A equipa Caminhantes
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2ºDIA (LAMAS DE OLO-ERMELO)

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DESVIO CAFÉ ERMELO

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BARRAGEM FUNDEIRA

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BARRAGEM CIMEIRA

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BARRAGEM CIMEIRA

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ESTAÇÃO ÁGUAS

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ESTAÇÃO ÁGUAS

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PANORAMA ALDEIA DE ARNAL

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ESTAÇÃO ÁGUAS

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CRUZ NA ROCHA

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PR AGAREZ-ARNAL

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PONTE E MOINHO ÁGUA

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GALEGOS DA SERRA

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RIBEIRO

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CANCELA

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PANORAMA VILA REAL

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PARQUE ÉOLICO DO OUTEIRO

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ALTO DO VAQUEIRO

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PEDRA BROA

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FONTE (EN304)

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RIBEIRO

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SILHA DE URSO (APIÁRIO)

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ERMELO

1 comment

  • Fernanda Pacheco 1 2020.12.05.

    I have followed this trail  View more

    Etapa exigente com a descida do Alto do Vaqueiro muito dificultada pela densa vegetação. Esta parte do trilho não aconselho.

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