Letöltés

Szintemelkedés

340 m

Nehézségi szint

Nehéz

lefelé

1 480 m

Max elevation

2 193 m

Trailrank

55

Min elevation

920 m

Trail type

One Way

Idõ

8 óra 58 perc

Koordináták

1672

Uploaded

2020. július 6.

Recorded

július 2020
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2 193 m
920 m
13,79 km

Megtekintve 139 alkalommal, letöltve 3 alkalommal

közel Cordiñanes, Castilla y León (España)

- ETAPA 2/2: COLLADO JERMOSO A POSADA DE VALDEÓN, POR VEGA DE LIORDES;
- Trilho circular, no Parque Nacional dos Picos de Europa, dividido em duas etapas. Nesta segunda etapa cruzamo-nos com o PR - PNPE 25: Vega de Liordes e com o PR - PNPE 15: Senda del Mercadillo, desenvolvendo-se o trilho pelas Colladinas, Collado de Padierna, Vega de Liordes, Sedos de Pedavejo, Camino de Remoña, Cifuentes, Collado Peranieva e La Mata Prada;
- Este trilho desenvolve-se essencialmente por caminhos de pé posto (montanha) e caminhos de terra (rurais), na aproximação a Posada de Valdeón;
- Trilho de montanha com alguma exigência física, com um desnível fortíssimo entre o Collado de Remoña e Sedos de Pedavejo, com algumas passagens técnicas (não necessitam de material técnico mas sim de destreza física);
- Ao longo de todo o percurso, as paisagens são deslumbrantes, com destaque para a imponência das várias torres que nos rodeiam: Torre de La Palanca, Torre de Llambrión, Torre Casiano de Prado, Torre de Las Minas de Carbón, Torre de Collada Ancha, Pico de la Padiorna, Torre de Liordes, Torre da Salinas e Tiro Pedavejo;
- Sem dúvida, um trilho fabuloso que requer boa preparação física. A Vega de liordes é de uma imponência avassaladora, um "oásis" verde no alto da montanha, que merece uma boa pausa para contemplar e desfrutar de tão mágico lugar. IMPORTANTE: note-se que no troço de Sedos de Pedavejo, a descida é extremamente íngreme e obriga ao uso das mãos para melhor se controlar a progressão.


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- PNPE - ESPANHA
O Parque Nacional dos Picos de Europa ou simplesmente Parque Nacional Picos de Europa situa-se nas províncias de Cantabria, Asturias e Leão, sendo o único Parque Nacional pertencente a três comunidades autónomas diferentes e gerido de forma conjunta. O maciço ocidental foi declarado Parque Nacional em 22 de julho de 1918 por Afonso XII com o nome de Parque Nacional de la Montaña de Covadonga, sendo o primeiro espaço protegido do país. Inicialmente comprendia 16.925 ha, até que em 30 de maio de 1995 a sua área foi aumentada para os 64.660 hectares actuais. Em 9 de julho de 2003 a Unesco aprovou a proposta que o converte em Reserva da biosfera.


- MACIZO DE LOS URRIELES
O Maciço de Urrieles ou Maciço Central é um maciço montanhoso localizado no norte da Espanha, um dos três maciços que compõem os Picos da Europa, por sua vez, uma das seções do maciço cantábrico pertencente à cordilheira cantábrica. Os outros dois maciços são o Cornión e Ándara, e é, dos três, o mais alto. Administrativamente, pertence às Astúrias, Cantábria e Leão, comunidades autónomas do Principado das Astúrias, Cantábria e Castela e Leão. Localizado entre os vales escavados pelos rios Cares e Duje, encontra-se o maciço central, sem dúvida o mais acidentado e vertical dos Picos da Europa. Possui as maiores alturas dos três maciços, já que 38 de seus picos ultrapassam os 2500 m, quatorze deles (curiosamente o mesmo número de oito mil no planeta) acima de 2600 m. Somente a Peña Santa, no maciço ocidental, entraria naquele grupo de 38 montanhas acima de 2500 m. Embora seja menos extenso que o Maciço de Cornión, o Maciço de Urrieles tem uma superfície montanhosa mais alta que a anterior, coroada pelo Torrecerredo com 2650 m de altitude. No entanto, não é nesse ponto que se encontra a lenda deste maciço, em particular, e dos Picos da Europa em geral. Para encontrá-lo, você deve seguir para o leste, no coração dos Urrieles, em direção ao Naranjo de Bulnes ou Picu Urriellu, o autêntico símbolo da montanha asturiana e o local onde, desde a sua conquista em 1905, foram escritas as mais belas páginas do montanhismo espanhol. Exemplos são a abertura da primeira estrada na sua face oeste, 550 m de verticalidade de calcário, por Alberto Rabadá e Ernesto Navarro em 1962, ou a estrada “Sueños de Invierno”, para cuja construção José Luis García Gallego e Miguel Ángel Díez Vives estiveram pendurados na parede 69 dias sem interrupção. Como o Cornión, o Maciço Central pode ser dividido em diferentes áreas para uma análise mais fácil e compreensível. Neste caso concreto, a secção que se percorre neste trilho "Setor do Llambrión". Nesta área, localizada no sudoeste do Maciço Central, encontra-se a maior concentração de elevações dos Picos da Europa, com várias alturas superiores a 2600 m. Especificamente, abrange nove dos quatorze picos que excedem 2600 m. Ao redor da torre Llambrión (2642 m), encontram-se picos de grande relevância e todos muito próximos. O Tiro de Tirso destaca-se pela sua altura, o que rivaliza com o próprio Llambrión, com seus 2641 m de altitude. Há também a Torre sem nome (2638 m - atualmente em processo de batismo como torre Schulze, em homenagem à figura deste pioneiro nos Picos da Europa), a Torre Casiano de Prado (2622 m), a Torre Llastrias (2621 m), Torre Branca (2617 m), Torre de la Palanca (2614 m), Torre Peñalara (2607 m) e Torre Hoyo Grande (2602 m). Ao sul da torre Casiano de Prado também é possível mencionar a Torre das minas de carvão, que fica a 2595 m de altitude. A sudeste da Torre Branca, existem elevações importantes, como a de Llago, a de Madejuno ou a de Casares, já nas proximidades de Cabaña Verónica. Continuando em direção a sudeste, outros picos emergem, como a Torre Hoyo Oscuro, o Pico de San Carlos, a Torre Altáiz ou o Pico Padierna, nas proximidades de Fuente Dé, no extremo sul dos Urrieles. A oeste da Torre de la Palanca, três importantes torres se erguem: a de Diego Mella, a de Delgado Úbeda e a de Peñalba. Continuando nessa direção oeste, o setor começa a perder altura, com picos de menor relevância até atingir o leito do rio Cares. Destaque-se ainda, logo após o início do percurso do rio, a Torre La Celada (2470 m), tanto pela sua altura quanto pelo outro nome com o qual também foi batizada, a Torre Don Pedro Pidal, em homenagem ao homem cujo nome é provavelmente o mais importante na história destas montanhas.


- PR - PNPE 15: SENDA DEL MERCADILLO
Esta rota linear segue o que era conhecido como os "caminhos dos mercadores", estradas usadas pelos moradores de Valdeón para participarem de feiras e mercados de gado na região vizinha de Liebana. O passeio tem um enorme valor paisagístico, pois sobe gradualmente até proporcionar vistas deslumbrantes dos vales de Valdeón e Camaleño. Também aborda as áreas habitadas por algumas das espécies mais representativas do Parque Nacional (urso, lobo, camurça). Todo o passeio é uma jornada e, portanto, pode ser feito em qualquer direção. Este percurso também permite que se aproxime da colina Remoña, onde se une ao caminho que sobe para a Vega de Liordes. Esta rota requer uma boa preparação física, pois é longa e muito montanhosa (8H00, ida e volta). Pode subir a colina de Remoña a partir do trilho que sai de Prada e descer a Santa Marina pela variante, e de lá pela estrada retornar a Prada, fechando um circuito completo pelo vale do rio Arenal (cerca de 5H00, o caminho completo). As vistas são magníficas em qualquer ponto da rota, com destaque para o contraste das formações calcárias dos Picos da Europa com as rochas siliciosas das montanhas da Cantábria. Com neve ou nevoeiro, deve evitar-se percorrer este caminho. Existem marcações e alguns pontos com água, no entanto deve-se estar prevenido. Usar sempre botas e bastões de caminhada.
- Distância: 13,2 km (26,4 km ida e volta)
- Altitude acumulada: 831 m subida e 692 m descida
- Duração: 4H30 (9H00 ida e volta)
- Dificuldade: Médio (caminho longo e declive íngreme)


- PR - PNPE 25: RUTA VEGA DE LIORDES
Esta rota circular, de acesso à Vega de Liordes, é uma transição suave entre o vale de Camaleño e as altas montanhas, entre as florestas de carvalhos e faias do vale e as pastagens alpinas dos penhascos das Peñas Cifuentes. O percurso passa por uma das áreas de maior valor ecológico do Parque Nacional, com a presença de espécies como o urso pardo, lobo, veado, javali e camurça, para citar apenas os mamíferos maiores. Liordes apresenta uma rica flora montanhosa nas pastagens deste magnífico vale. Nesta rota também encontramos elementos importantes da presença humana, tais como os restos das antigas minas de Liordes, às quais se pode chegar pelo caminho de Tornos. Recomenda-se fazer esta rota no sentido dos ponteiros do relógio, ou seja, começando a sul de Fuente De e em direção a Pandetrave. A meio caminho terá que sair do trilho para seguir o caminho do rebanho de Pedabejo, e daí subir para a passagem do mesmo nome. Depois de contornar o vale à esquerda, chega à colina de onde se avista Fuente De. A partir desse ponto, terá uma longa descida com um declive de 900 m até Tornos, num zigue-zague sem fim. A transição do vale para a montanha, as faias de Monte Quebres e a beleza incomparável da Vega de Liordes fazem deste trilho uma experiência única, acompanhados pelos olhar atento das camurças, abutres e águias. Ter em atenção que é um trilho longo de montanha. Deve tomar precauções especiais com neve ou nevoeiro. Evite fazer este trilho se não estiver fisicamente preparado e com equipamento adequado. Use botas e bastões de caminhada. Este é um trilho de montanha com grandes diferenças de altitude, pelo que é necessária uma boa programação.
- Distância: 11 km
- Altitude acumulada: 970 m subida e descida
- Duração: 5H30
- Dificuldade: Média / Alta (Rota longa e muito montanhosa)
Panoráma

panorâmica (Las Colladinas)

Trilho a meia encosta desde o Refúgio Collado Jermoso
Hágó

Las Colladinas (1ª Colladina)

Waypoint

Sedo de La Padierna

Panoráma

panorâmica (Vega de Liordes)

Intersection

Interseção de trilhos

Neste ponto pode-se descer o vale até à Vega de Asotín (alternativa)
Waypoint

Vega de Liordes

A Vega de Liordes é um extenso prado localizado na parte superior do Maciço Central dos Picos da Europa, cercado por montanhas impressionantes e uma verdadeira encruzilhada de trilhos. A crista de Picos que a rodeia confere-lhe um ambiente avassalador e um tanto hostil: grandes paredes, com abismos impressionantes, um mundo de pedras, sem água (é calcário logo filtra toda a água da chuva para o interior do Maciço). No entanto, a Vega de Liordes, localizada no meio deste círculo rochoso é o seu rosto amigável! Um amplo prado verdejante, com a sua fonte, uma pequena cabana de abrigo, onde é fácil encontrar grupos de camurças. Um lugar idílico que convida ao relaxamento e à contemplação. A Vega de Liordes pode ser considerada como um objetivo: alcançá-la e apreciar a sua paisagem ou, simplesmente, um ponto de passagem da nossa rota.
Hágó

Collado de Padierna

Panoráma

panorâmica (Vega de Liordes)

Vega de Liordes, o seu Casetón de Liordes e o curral
Waypoint

cancela

Hágó

Collado Remoña

Alto do Canal de Pedavejo
Panoráma

panorâmica (Pido e Espinama)

Waypoint

Sedo de Remoña

Kút

Majada Remoña / Fonte de Pedavejo

Hágó

Collado de Valdeón

Waypoint

Cifuentes

Hágó

Collado Peranieva

Kút

Fonte e Refúgio

Kút

fonte (água n/controlada)

Menedékház

Refúgio (La Mata Prada)

Waypoint

Posada de Valdeón

Posada de Valdeón, na província de León, faz parte do Parque Nacional dos Picos de Europa, a uma altitude média de cerca de 900 metros acima do nível do mar, na fronteira com as Astúrias. O município de Posada de Valdeón é integrado e constituído por vários centros populacionais, incluindo Posada, e que são Caín, Caldevilla, Cordiñanes, Los Llanos, Prada de Valdeón, Santa Marina e Soto de Valdeón. Juntos, o município alcança 164 quilômetros quadrados. A lenda de Posada diz que, no século XVI, uma época de seca e crise levou os seus aldeões a rezar à Virgem de Corona, pedindo as chuvas desejadas e, como foram concedidas, foi decidido celebrar anualmente uma peregrinação em sua homenagem que ainda hoje é comemorada. A sua herança é configurada para além de um ambiente natural privilegiado. As amostras de arquitetura mais exclusivas, como os celeiros espalhados ao longo do território, serão um ponto de atração para abrir caminho para uma experiência única.

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