Idõ  3 óra 27 perc

Koordináták 1366

Uploaded 2021. április 5.

Recorded április 2021

-
-
355 m
178 m
0
3,4
6,8
13,51 km

Megtekintve 35 alkalommal, letöltve 3 alkalommal

közel Milhundos, Porto (Portugal)

O percurso aqui partilhado pode conter erros de GPS ou eventualmente passar por propriedades privadas, ou mesmo através de corta mato e ter passagens por locais que podem ser perigosos para os menos experientes. A descrição do percurso é efetuada à data da sua realização, pelo que se deve ter em atenção que as condições do trilho podem facilmente vir a alterar-se, quer pelas condições meteorológicas, quer por mudança da vegetação, quer por outros fatores inimputáveis à minha vontade. O grau de dificuldade e as condições técnicas atribuídas é baseado na minha experiência pessoal e apenas serve de referência, pelo que não me responsabilizo por qualquer acidente que possa ocorrer por influência ou utilização do percurso aqui disponibilizado.


PANORÂMICA DE PENAFIEL

- Percurso desenhado de forma a permitir fazer uma circular à cidade de Penafiel, ligando os vales do Sousa e do Cavalum, passando por algumas zonas emblemáticas das terras de Arrifana de Sousa, com especial destaque para as vinhas da Quinta da Aveleda e o Parque da Cidade de Penafiel;
- Trilho circular, sem marcações, com início e fim junto ao edifício das Piscinas Municipais (opcional - existe parque de estacionamento gratuito);
- Percorre vielas, ruas, calçadas e caminhos da cidade de Penafiel e seus arredores, pelos vales do Sousa e do Cavalum;
- Ao longo do percurso existem vários pontos de referência, com destaque para o Parque, Jardim e Igreja do Sameiro, as vinhas da Aveleda, a Capela e Túmulo de São Roque, a Capela de Santa Luzia, o Parque da Cidade de Penafiel, o rio Cavalum e as pontes de Pussos e dos Moinhos;
- Misto de calçadas, caminhos de terra e passeios pedonais;
- Trilho com características fáceis, embora apresente alguns declives mais acentuados;
- A cidade de Penafiel, com os seus 250 anos de existência, está repleta de edifícios e recantos cuja importância histórica é indissociável do seu legado enquanto cidade de referência no Vale do Sousa;
- A Quinta da Aveleda está implantada no Vale do Sousa, sendo um espaço de referência nacional e emblemático de toda esta região;
- No Vale do Cavalum, além das suas características rurais, está implantado o Parque da Cidade de Penafiel, um espaço singular, muitíssimo bem projetado e que já mereceu prémios no âmbito da sustentabilidade ambiental;
- Este trilho é um percurso mais longo mas ainda acessível, pelo que não exige especial capacidade física. No entanto, se chover, as calçadas em paralelo, assim como alguns caminhos de terra, tornar-se-ão escorregadios e lamacentos. O ideal, para desfrutar dos vários pontos de interesse, será mesmo um dia seco mas não muito quente;
- No seu todo é um percurso bastante bonito e rico em diversidade paisagística, histórica e cultural. As terras de Arrifana de Sousa, repletas de história e tradição, irão surpreender, com certeza, quem as visite!!


PARQUE DA CIDADE DE PENAFIEL

Outros percursos realizados nesta região:
Pela Rota do Românico: na senda da Beata Mafalda
Rota pelo vale do Sousa: entre Penafiel, Bustelo e Novelas
Rota pelo vale do Sousa: de Penafiel ao Mosteiro de Bustelo
Penafiel (Arrifana de Sousa) - Walking tour 05
Penafiel (Arrifana de Sousa) - Walking tour 04
Penafiel (Arrifana de Sousa) - Walking tour 03
Penafiel (Arrifana de Sousa) - Walking tour 02
Penafiel (Arrifana de Sousa) - Walking tour 01
Por terras de Arrifana de Sousa: de Penafiel a Vila Boa de Quires
Arrifana de Sousa (Penafiel)
Penafiel, Rande e Milhundos
Penafiel (Vale do Cavalum)


CASARIO RURAL (PORMENOR)

- A LENDA DA PENA FIEL
Por volta do ano 950, existia como grande senhora da Região, uma respeitável matrona de alta linhagem, com o nome de Mumadona Dias, viúva do honrado Conde Hermenegildo. Junto do Túmulo do seu bem-amado esposo, Mumadona passava os dias, onde se confessava chorando a amargura que lhe inundava a alma, e não se cansava de prantear sua triste sorte. Também junto do túmulo falava dos seus filhos, Nuno e Arriana, dizendo que sem eles a sua vida de nada serviria. Decerto por tudo isso, quando houve a divisão dos bens deixados pelo Conde Hermenegildo, a chorosa viúva escolheu as melhores terras para os seus filhos predilectos- Arriana e Nuno. Mas os filhos recusavam dizendo:
- "Só a morte nos poderá separar de vós!"
Quando Mumadona falava a sua filha em casar ela exclama sempre que nunca iria casar! Passados uns tempos Mumadona recebeu a visita de um vizinho poderoso, D. Mendo de Sousa, senhor de muitas terras em redor. D. Mendo, deu a conhecer então a sua visita:
- "Senhora, conheceis quem sou e quanto valho. Ninguém se me pode comparar em poderio. E assim devereis considerar uma honra, senhora, para vós e para vossa casa, que eu deseje casar com vossa filha Arrifana".
Dona Mumadona, tolhida de espanto só respondeu:
- "Perdão, D. Mendo... minha filha chama-se Arriana... e não Arrifana!"
Então a teimosia começou entre os dois por causa do nome da filha de Mumadona, até que esta disse que quem ia decidir era a Arriana. D. Mendo bem relembrou que quem decidia o noivo/a dos filhos eram os pais, mas Mumadona exclamou:
- "Não, Senhor D. Mendo de Sousa... nem a vossa fortuna, nem o vosso poder me farão mudar de ideias... Quem decide acerca do seu próprio coração é minha filha Arriana!!
Foi então que Arriana foi informada da vontade de D. Mendo de Sousa, que sempre trocava o seu nome por Arrifana. Então, nisto Arriana respondeu:
- "Senhor D. Mendo, sei bem como sois forte e rico... Iria decerto encontrar em vós um esposo ideal... Mas a verdade é que jurei não casar... e não caso, nem mesmo com o poderoso D.Mendo de Sousa!"
Com isto D. Mendo foi embora. Assim tudo voltou à normalidade. Família unida e feliz. Mas como o povo diz: "Não há bem que dure sempre"... Então surgiu um mal pior... Nuno adoeceu com grandes febres e perigosas... Durante dias, noites, semanas, as duas mulheres não largaram a cabeceira do enfermo. Foram chamados os melhores físicos e curandeiros, mas tudo em vão. A vida aos poucos e poucos ia abandonando o corpo de Nuno, que tão vigoroso fora. Ele bem o sentia, elas bem o sentiam. Mas lutavam ainda apesar de tudo. Elas bem o encorajavam, mas Nuno, todavia, compreendeu perfeitamente quando o momento chegou e disse:
- "Não vos quero aflitas... É a minha hora! Quem sabe? Talvez seja o senhor meu pai a chamar-me lá do céu..."
Ele sorrindo debilmente disse:
- "Pois tendes de me perder... ides ficar sem mim, eu vos digo... Sinto que me estou a afastar da terra."
Elas exclamaram em berros aflitivos:
- "Meu filho!"
- "Meu irmão!"
Mas era bem verdade, dolorosamente verdade, Nuno falecera... Conta ainda a lenda que desde então as duas mulheres viveram em pranto chorando a morte de Nuno, e que mal chegavam as trevas da noite, a Viúva Mumadona e sua filha Arriana vagueavam por ali, como doidas, desabafando dores e saudades:
- "Esta será para sempre a terra da nossa Pena Fiel pelo nosso querido Nuno!"
- "Tendes razão filha! Para todo o sempre, esta há-de ficar a ser a terra da nossa Pena Fiel!"
Passados anos, Mumadona e Arriana acabaram por morrer a as terras foram parar às mãos de D. Mendo de Sousa, que embora velho e agastado dizia:
- "Pois Claro! Já que ela não quis casar comigo em vida, ao menos pertencem-me as suas terras, e vou dar-lhes o nome que tanto gostava: serão as terras de Arrifana de Sousa, para que perpetuem o nome dela e o meu apelido."
As terras ficaram então com este nome, até que D. José I que conhecia a história da dor da saudade pelo jovem Nuno, quis também associar-se à tradição e a 3 de Março de 1770, elevou Arrifana de Sousa a Cidade com o Nome de Penafiel.


VINHAS DA AVELEDA
Sports facility

Complexo Desportivo do Sameiro

Park

Parque Zeferino de Oliveira (Jardim do Sameiro)

Sobre a Cidade e o Vale do Sousa, foi construído nos finais do século XIX início do século XX, aquando da construção do Santuário da Senhora da Piedade e Santos Passos, o Parque Zeferino de Oliveira mais conhecido por Jardim do Sameiro. O Jardim do Sameiro é um exemplo da escolha perfeita do lugar. A sua construção estratégica tira partido das melhores vistas, revelando a mestria dos nossos antepassados na arte de projetar jardins. O jardim desenvolve-se ao longo de vários patamares, acessível por escadas que conduzem até canteiros bem mantidos, limitados por sebes de buxo topiado. No interior dos canteiros, as plantas anuais dão cor e alegria ao cenário verde do buxo e das sebes em ligustrum que contornam a escadaria principal e uma panóplia de herbáceas e arbustos, tais como rosas, azáleas, rododendros e camélias.
Vallási helyszín

Cruzeiro do Sameiro

No ano de 1940, Portugal comemorou festivamente o oitavo centenário da sua Fundação e o terceiro da Restauração. Se é certo que só em 1143, pelo tratado de Zamora, a soberania portuguesa foi reconhecida por Afonso VII rei de Leão e Castela, e confirmada pelo Papa Alexandre III em 1179, já em 1140, D. Afonso Henriques usava o título de rei. Estes dois acontecimentos marcantes da história de Portugal foram assinalados na cidade de Penafiel em 1940, onde se realizou a cerimónia da inauguração do Cruzeiro da Independência colocado no recinto por detrás do Santuário de Nossa Senhora da Piedade. Hoje, o cruzeiro encontra-se no jardim das traseiras do Santuário.
Vallási helyszín

Santuário de Nossa Senhora da Piedade e Santos Passos (Igreja do Sameiro)

Situado no ponto mais alto da bela cidade de Penafiel, o Santuário de Nossa Senhora da Piedade e Santos Passos, também conhecido por Santuário do Sameiro, é um dos locais mais famosos e visitados da região. O Santuário foi construído em finais do século XIX a par do belo Parque Zeferino de Oliveira, popularmente conhecido por Jardim do Sameiro, num encantador estilo romântico, com a cidade a seus pés. Daqui o panorama é de excelência, desenvolvendo-se o jardim ao longo de vários patamares que enaltecem os materiais da zona e primam pelas belas cores da vegetação nos canteiros, promovendo bonitas e coloridas paisagens, num local de grande paz de espírito.
Waypoint

Travessa do Parque

Sports facility

Estádio do Futebol Clube de Penafiel

Kút

Largo do Fontanário

Waypoint

Rua de Bujanda (viela)

Waypoint

Travessa de Penedos (alminhas)

Romok

Casa Senhorial (abandonada)

Waypoint

Passagem sob N106

Waypoint

Tanque de Quintãs

Vallási helyszín

Túmulo de São Roque

O Túmulo de S. Roque é um sarcófago em granito, com tampa prismática lisa, em quatro águas e de secção hexagonal. Sem decoração, o arcaz apresenta uma epígrafe num dos laterais que identifica Frei António da Ressureição, padre franciscano que faleceu em 1577 vítima da epidemia que atingiu a cidade de Penafiel (então lugar de Arrifana de Sousa), e em memória de quem a população mandou fazer o túmulo, como agradecimento pelo auxílio prestado aos enfermos.
Vallási helyszín

Capela de São Roque

Capela datada de 1924, tem uma nave única com sacristia lateral e na fachada principal um alpendre com cobertura piramidal que amplia o espaço do templo e acolhe os fiéis durante as cerimónias. No altar, uma imagem de São Roque com o seu bordão e cabaça, ladeado por um anjo e por um cão com um pão na boca. Na Capela de São Roque são também veneradas as imagens de São Sebastião e de Santa Luzia, esculturas igualmente em tamanho natural. O culto a São Roque está bem vivo nesta comunidade, que anualmente mantém a já longa tradição celebrativa e todos os anos renova as acções de benfeitoria no templo e na encomenda de novas alfaias processionais, e insígnias, onde se inclui a execução de um estandarte processional de São Roque.
Waypoint

Vinha da Aveleda

Tudo começou com o sonho de um visionário, Manoel Pedro Guedes que, depois de se mudar para a Quinta da Aveleda, em Penafiel, plantou as sementes que mais tarde iriam culminar na demarcação de uma região vínica, a Região dos Vinhos Verdes. Já em 1870, Manoel Pedro Guedes cria um dos primeiros vinhos da futura região, o icónico Quinta da Aveleda. Anos mais tarde, seria ele que traria de Bordéus as técnicas avançadas de enxertia e da condução da vinha em bardos, marcos que iriam catapultar a futura Região e os seus vinhos para o sucesso. 1870 é o ano dos primeiros registos de venda de vinho engarrafado da Quinta da Aveleda. Já nesta altura se conquistaram prémios internacionais, que auspiciavam um futuro pleno de sucesso. No século seguinte, iniciaram-se exportações para o Brasil e Angola, surge o célebre Casal Garcia e a Aveleda assiste a um intenso desenvolvimento, nunca perdendo de vista o seu legado ancestral.
Waypoint

Vinha da Aveleda

Waypoint

Casa de 1842 (Quinta da Aveleda)

Waypoint

Travessa de Casal Garcia (lavadouro)

Segundo consta, este beco ainda conserva o nome que antigamente foi atribuído a este local, Lugar de Casal Garcia. Excetuando-se as casas mais recentes, este lugar faz parte da história da Quinta da Aveleda e das suas primeiras vinhas. Aliás, aqui viveram e ainda vivem vários dos seus trabalhadores, tal como se confirma pela casa de 1842, propriedade da Quinta da Aveleda e onde viveu o avô de um atual morador e trabalhador na referida quinta. Quanto à coincidência entre o nome deste antigo lugar e o vinho mais famoso produzido pela Aveleda, pode ser apenas isso, uma coincidência... ou talvez não!
Waypoint

Casa da Presa de Vila

Waypoint

Presa da Vila

Vallási helyszín

Capela de Santa Luzia

Esta pequena capela, de fundação anterior a 1049, com remodelações dos séculos XIII-XIV e posteriores, terá sido a sede da primitiva paróquia de S. Martinho de Moazáres, transferida no século XVI para o lugar de Arrifana, na cidade de Penafiel, onde se ergueu a nova Igreja paroquial. Hoje em dia convertida em capela, apresenta-se com uma planta quadrangular e portal em arco liso quebrado, antecedido de galilé com púlpito exterior. O aspecto actual da capela resulta do reaproveitamento da capela-mor da antiga igreja românica, tendo a nave sido arrasada e substituída pela galilé. Embutido no paramento exterior Sul é ainda visível um capitel muito mutilado que poderia ser proveniente do templo românico. No interior da capela pode observar-se, decorando a frente do altar, um painel de azulejos hispano-árabes decorados com motivos geométricos a verde manganês e amarelo. Actualmente toda a área em torno da capela de Santa Luzia encontra-se pavimentada com cubos de granito que cobriram as cinco sepulturas ainda visíveis há alguns anos atrás e que Mário Barroca registou em desenho. Não apresentando qualquer vestígio de antropomorfismo, quatro dos sepulcros possuíam planta ovalada, sendo um deles sub-rectangular, e todos se encontravam com orientação canónica. Hoje em dia é apenas visível parte das duas sepulturas situadas nas traseiras da capela, sob o muro da casa vizinha.
Híd

Ponte da Presa Dónica

Folyó

Rio Cavalum

O rio Cavalum é um rio que nasce em Portugal no lugar de Curcil, perto da freguesia de Croca, na localidade de Casais Novos, concelho de Penafiel. Tem cerca de 17 quilómetros, atravessa o Parque da Cidade de Penafiel, é um afluente do rio Sousa e pertence à bacia hidrográfica do Rio Douro. A presa identificada como nascente do rio Cavalum, está envolta em silvados. A partir daí o Cavalum, que mais parece um pequeno rego de água, está encanado, atravessando alguns campos. Curiosamente, não é dos tempos actuais a atitude de encanar o rio Cavalum nas proximidades da sua nascente. Vários troços do rio já foram encanados no passado, atravessando subterraneamente alguns campos através de “minas” feitas totalmente em pedra.
Folyó

Rio Cavalum

Park

Parque da Cidade de Penafiel

Integrado no vale do Rio Cavalum, o Parque da Cidade, inaugurado em 5 de Agosto de 2005, proporciona aos seus visitantes e à comunidade em geral, o usufruto de um espaço privilegiado como área de lazer e de educação ambiental/cultural. Com uma área verde de 70 074m2, consiste num espaço de recreio e lazer para a população. Este espaço verde tentou manter a topografia original do terreno, com a manutenção de alguns muros e socalcos, e integrou algumas estruturas pré-existentes, como um moinho situado na freguesia de Marecos. O Parque da cidade resulta de um projecto a desenvolver em diversas fases dispondo actualmente de um Parque Infantil, Parque de Merendas, Instalações Sanitárias, Parque de Estacionamento, Espelho de Água e Jardim de Plantas Aromáticas.
Fa

Carreiro de Mimosas

Híd

Ponte de Pussos (ou ponte Nova)

A Ponte Nova ou Ponte de Pussos foi construída em 1826 com um arco perfeito e tabuleiro plano, pouco abaixo da Ponte dos Moinhos. Era particular para o serviço de carros e pública para o restante trânsito, tem um só arco mas com a largura e altura que as enchentes maiores já não poderão exceder. Esta ponte é datável do século XVII (Caminhos Antigos e de Peregrinação em Penafiel), e terá substituído uma outra, denominada Ponte Surda pelas Inquirições de 1258, nas quais se refere ainda a existência de uma estrada. A orientação desta passagem sobre o rio Cavalum sugere uma ligação aos lugares de Vilar, Santo António, Ermo, Marecos e até Entre-os-Rios. Todavia, as Memórias Paroquiais de 1758, no rio Cavalum e dentro dos limites da vila de Arrifana de Sousa, apenas referem a existência de uma ponte de pedra, que seria muito baixa e estaria construída no lugar de Cavalum, junto da qual estariam três moinhos.
Híd

Ponte dos Moinhos

O Vale do Rio Cavalum apresenta-se com vertentes vincadas que se espraiam no encontro com as margens do curso de água, resultando num espaço plano para a exploração da cultura do milho, essencialmente. A sua água é conduzida por levadas, muitas estruturadas com granito, até aos campos e moinhos de rodízio que dela dependem. Em 1940, este curso de água tinha cerca de dezoito moinhos em funcionamento. Quatro localizavam-se na Quinta das Lages e sete junto à Ponte dos Moinhos, atualmente em avançado estado de degradação. A Ponte dos Moinhos apresenta um arco de volta perfeita com vestígios de estrutura em cavalete que liga a freguesia de Penafiel à de Milhundos, no lugar da Portela, topónimo que sugere um local de passagem obrigatória para se transporem uns montes, o que se verifica no local na subida até aos lugares de Aveleira e Castanheira de Baixo e de Cima. Na margem direita, depois da ponte, está a casa que deixou a denominação à ponte e que outrora teria na cave um moinho com quatro rodas.
Romok

Panorâmica da Quinta das Lajes

A Quinta das Lajes, atualmente devoluta, era propriedade da família dos Barões das Lajes e já existia na primeira metade do século XVII. Esta quinta foi a primeira casa dos monges que fundaram o Convento de S. António dos Capuchos na cidade de Penafiel, por convite do Capitão Inácio de Andrade, então proprietário da quinta. Atualmente, a casa é o resultado de várias restruturações e acrescentos, a maior parte realizados no século XIX e início do século XX. Porém, o terreno, com casa, espaço ajardinado, quinta de exploração agrícola e respetivos anexos, estendia-se até à avenida Zeferino de Oliveira a Norte e ao rio Cavalum, a Sul, onde a família possuía também vários moinhos.
Híd

Ponte sobre Rio Cavalum (N320)

Híd

Ponte sobre Rio Cavalum

Waypoint

'Cabeços' da Herdade de Cima

Kút

Lavadouro da Herdade de Baixo / Fonte

Híd

Ponte sobre Rio Cavalum

Waypoint

Pavilhão de Feiras e Exposições de Penafiel

Hozzászólások

    You can or this trail