Idõ  5 óra 2 perc

Koordináták 1512

Uploaded 2021. április 10.

Recorded április 2021

-
-
386 m
154 m
0
3,9
7,8
15,65 km

Megtekintve 46 alkalommal, letöltve 3 alkalommal

közel Milhundos, Porto (Portugal)


PANORÂMICA DO MOSTEIRO DE BUSTELO

- O desenho deste percurso permite ligar a cidade de Penafiel ao Mosteiro de Bustelo, através do vale do rio Sousa, atravessando zonas rurais das terras de Arrifana de Sousa, com especial destaque para as férteis terras de cultivo da margem esquerda do rio Sousa;
- Trilho circular, sem marcações, com início e fim junto ao edifício das Piscinas Municipais (opcional - existe parque de estacionamento gratuito);
- Percorre calçadas, carreiros, vielas, ruas e caminhos do vale do Sousa, pelas freguesias de Bustelo e de Novelas, pela cidade de Penafiel e seus arredores;
- Ao longo do percurso existem vários pontos de referência, com destaque para o Mosteiro de Bustelo e respetivo aqueduto, diversas quintas e casas senhoriais, o rio Sousa e a ponte do Codeço, o Moinho da ponte de Novelas, a Igreja Matriz de Penafiel e a sua zona velha (histórica);
- Misto de calçadas, caminhos e carreiros de terra;
- Trilho com características moderadas, tendo em conta a distância percorrida. Entre o km 1,7 e o km 3,1, o trilho atravessa duas vinhas privadas. No entanto, esta passagem faz-se por caminhos públicos de serventia com inclinações bastante acentuadas;
- A cidade de Penafiel, com os seus 250 anos de existência, está repleta de edifícios e recantos cuja importância histórica é indissociável do seu legado enquanto cidade de referência no Vale do Sousa;
- O Mosteiro de Bustelo, antigo mosteiro beneditino, masculino, apresenta-se hoje como um importante monumento barroco, individualizando-se sobretudo pelo imponente aqueduto, pelos altares e cadeiral do coro, em talha, profusamente decorados;
- O rio Sousa nasce na zona de Felgueiras e, meia centena de quilómetros depois, desagua no Douro próximo da cidade do Porto, em Gondomar. O seu vale é rico em património, com particular relevo para o românico;
- Este trilho é um percurso mais longo, de exigência moderada mas ainda acessível, pelo que não exige uma especial capacidade física. No entanto, se chover, as calçadas em paralelo, assim como alguns caminhos de terra, tornar-se-ão escorregadios e lamacentos. O ideal, para desfrutar dos vários pontos de interesse, será mesmo um dia seco mas não muito quente;
- No seu todo é um percurso bastante bonito, rico em diversidade paisagística, histórica e cultural. As terras de Arrifana de Sousa, repletas de história e tradição, surpreenderão, com certeza, quem as visite!!


CAMPOS FLORIDOS (NOVELAS)

Outros percursos realizados nesta região:
Pela Rota do Românico: na senda da Beata Mafalda
Rota pelo vale do Sousa: entre Penafiel, Bustelo e Novelas
Rota Circular a Penafiel: do Vale do Sousa ao Vale do Cavalum
Penafiel (Arrifana de Sousa) - Walking tour 05
Penafiel (Arrifana de Sousa) - Walking tour 04
Penafiel (Arrifana de Sousa) - Walking tour 03
Penafiel (Arrifana de Sousa) - Walking tour 02
Penafiel (Arrifana de Sousa) - Walking tour 01
Por terras de Arrifana de Sousa: de Penafiel a Vila Boa de Quires
Arrifana de Sousa (Penafiel)
Penafiel, Rande e Milhundos
Penafiel (Vale do Cavalum)


RIO SOUSA (NOVELAS)

- A LENDA DA PENA FIEL
Por volta do ano 950, existia como grande senhora da Região, uma respeitável matrona de alta linhagem, com o nome de Mumadona Dias, viúva do honrado Conde Hermenegildo. Junto do Túmulo do seu bem-amado esposo, Mumadona passava os dias, onde se confessava chorando a amargura que lhe inundava a alma, e não se cansava de prantear sua triste sorte. Também junto do túmulo falava dos seus filhos, Nuno e Arriana, dizendo que sem eles a sua vida de nada serviria. Decerto por tudo isso, quando houve a divisão dos bens deixados pelo Conde Hermenegildo, a chorosa viúva escolheu as melhores terras para os seus filhos predilectos- Arriana e Nuno. Mas os filhos recusavam dizendo:
- "Só a morte nos poderá separar de vós!"
Quando Mumadona falava a sua filha em casar ela exclama sempre que nunca iria casar! Passados uns tempos Mumadona recebeu a visita de um vizinho poderoso, D. Mendo de Sousa, senhor de muitas terras em redor. D. Mendo, deu a conhecer então a sua visita:
- "Senhora, conheceis quem sou e quanto valho. Ninguém se me pode comparar em poderio. E assim devereis considerar uma honra, senhora, para vós e para vossa casa, que eu deseje casar com vossa filha Arrifana".
Dona Mumadona, tolhida de espanto só respondeu:
- "Perdão, D. Mendo... minha filha chama-se Arriana... e não Arrifana!"
Então a teimosia começou entre os dois por causa do nome da filha de Mumadona, até que esta disse que quem ia decidir era a Arriana. D. Mendo bem relembrou que quem decidia o noivo/a dos filhos eram os pais, mas Mumadona exclamou:
- "Não, Senhor D. Mendo de Sousa... nem a vossa fortuna, nem o vosso poder me farão mudar de ideias... Quem decide acerca do seu próprio coração é minha filha Arriana!!
Foi então que Arriana foi informada da vontade de D. Mendo de Sousa, que sempre trocava o seu nome por Arrifana. Então, nisto Arriana respondeu:
- "Senhor D. Mendo, sei bem como sois forte e rico... Iria decerto encontrar em vós um esposo ideal... Mas a verdade é que jurei não casar... e não caso, nem mesmo com o poderoso D.Mendo de Sousa!"
Com isto D. Mendo foi embora. Assim tudo voltou à normalidade. Família unida e feliz. Mas como o povo diz: "Não há bem que dure sempre"... Então surgiu um mal pior... Nuno adoeceu com grandes febres e perigosas... Durante dias, noites, semanas, as duas mulheres não largaram a cabeceira do enfermo. Foram chamados os melhores físicos e curandeiros, mas tudo em vão. A vida aos poucos e poucos ia abandonando o corpo de Nuno, que tão vigoroso fora. Ele bem o sentia, elas bem o sentiam. Mas lutavam ainda apesar de tudo. Elas bem o encorajavam, mas Nuno, todavia, compreendeu perfeitamente quando o momento chegou e disse:
- "Não vos quero aflitas... É a minha hora! Quem sabe? Talvez seja o senhor meu pai a chamar-me lá do céu..."
Ele sorrindo debilmente disse:
- "Pois tendes de me perder... ides ficar sem mim, eu vos digo... Sinto que me estou a afastar da terra."
Elas exclamaram em berros aflitivos:
- "Meu filho!"
- "Meu irmão!"
Mas era bem verdade, dolorosamente verdade, Nuno falecera... Conta ainda a lenda que desde então as duas mulheres viveram em pranto chorando a morte de Nuno, e que mal chegavam as trevas da noite, a Viúva Mumadona e sua filha Arriana vagueavam por ali, como doidas, desabafando dores e saudades:
- "Esta será para sempre a terra da nossa Pena Fiel pelo nosso querido Nuno!"
- "Tendes razão filha! Para todo o sempre, esta há-de ficar a ser a terra da nossa Pena Fiel!"
Passados anos, Mumadona e Arriana acabaram por morrer a as terras foram parar às mãos de D. Mendo de Sousa, que embora velho e agastado dizia:
- "Pois Claro! Já que ela não quis casar comigo em vida, ao menos pertencem-me as suas terras, e vou dar-lhes o nome que tanto gostava: serão as terras de Arrifana de Sousa, para que perpetuem o nome dela e o meu apelido."
As terras ficaram então com este nome, até que D. José I que conhecia a história da dor da saudade pelo jovem Nuno, quis também associar-se à tradição e a 3 de Março de 1770, elevou Arrifana de Sousa a Cidade com o Nome de Penafiel.


CARREIRO ENTRE LAMEIROS (NOVELAS)
Waypoint

Passagem inferior CP

Híd

Ponte do Codeço (rio Sousa)

Waypoint

Lavadouro da Associação

Híd

Pontelha (rio Sousa)

Waypoint

Moinho da ponte de Novelas

Situado na margem do rio Sousa, o Moinho da Ponte de Novelas está hoje recuperado e musealizado, permitindo ao visitante a experimentação da atividade moageira tradicional. Ali vai poder conhecer e compreender de forma participada a engrenagem do moinho. Esta é uma unidade moageira sobre o Rio Sousa, onde o visitante pode ver o moinho em funcionamento. Este núcleo museológico procura, através de variadas acções, chamar a atenção para a importância do ambiente ribeirinho. No lameiro adjacente, plantaram-se as árvores que tradicionalmente bordejavam as margens do Sousa, como o amieiro e o lodão, tantas vezes suporte das uveiras, forma secular de sustentação das videiras a reconstituir. Também está presente o vimeiro, empregue no fabrico da cestaria.
Waypoint

Passagem superior CP

Train stop

Estação CP Penafiel / Novelas (desativada)

Waypoint

Caminho paralelo à via férrea

Train stop

Estação CP Penafiel

Waypoint

Tanque de Quintãs

Romok

Capela e Cruzeiro Nossa Sª da Guia (ruínas)

Panoráma

Panorâmica de Penafiel

Tunnel

Passagem sob A4

Waypoint

Casa da Vinha

Panoráma

Panorâmica do vale do rio Sousa

Waypoint

Rua do Carmo

Secular e histórica rua da parte velha de Penafiel. A partir da Igreja Matriz (sensivelmente a meio), a rua do Carmo dá lugar à rua Direita.
Vallási helyszín

Igreja Matriz de São Martinho

Igreja renascentista de três naves e quatro tramos, separadas por duas arcadas de arcos de volta perfeita apoiados em colunas jónicas, e cobertas por abóbada de berço. A igreja foi construída sobre a medieva Capela do Espírito Santo, remodelada no século XVI ao gosto manuelino por João Correia, rico mercador da cidade de Penafiel, para aí albergar o seu túmulo, constituído por uma lâmina de bronze de tipo flamengo onde aquele fez representar a sua imagem gravada. Esta capela, que exteriormente preserva ainda o remate ameado com merlões chanfrados e uma janela decorada com pérolas, abre-se para a nave lateral do lado do Evangelho através de um arco quebrado com três arquivoltas de toro e escócia, sendo rematada por uma abóbada tardo-gótica de nervuras ou arestas. No templo destaca-se ainda a fachada maneirista, de parede lisa rasgada por duas amplas janelas que flanqueiam o pórtico, composto por colunas jónicas e entablamento clássico sobre o qual se desenvolve um nicho rectangular, com a representação policromada de S. Martinho e do mendigo, encimado por rosácea.
Waypoint

Casa dos Soares Barbosa (Casa da Madrinha)

Casa brasonada da família Soares Barbosa, também conhecida pela Casa da Madrinha, situada na Rua Direita em frente à igreja matriz. A Casa Soares Barbosa apresenta uma fachada dos finais de setecentos, altura em que a cidade era alvo de várias obras. O alçado tripartido termina num frontão muito pesado, com decoração de sabor tardo barroco. O brasão era símbolo da família Soares Barbosa, encontrando-se vários símbolos, desde a Cruz da Ordem de Avis, que relembra as cruzadas, abaixo a meia-lua e os leões; na parte superior, elmo encimado por dragão, associando-se a São Jorge e sua lenda.
Waypoint

Quelho do Abade

Múzeum

Museu Municipal de Penafiel (palacete Pereira do Lago)

O Museu Municipal de Penafiel, situado em pleno centro histórico e comercial da cidade é num dos edifícios mais emblemáticos para a comunidade penafidelense. Dependente da Câmara Municipal de Penafiel, o Museu, é, há mais de cinquenta anos, uma estrutura permanente, alicerce da política de planificação e gestão dos recursos culturais do município, com uma intervenção ativa na preservação e promoção de valores significantes do património móvel, imóvel e imaterial. Constituído desde 1948, junto da Biblioteca, no palacete do Barão do Calvário, ficou a dever-se à persistência de Abílio Miranda, seu primeiro diretor. Atualmente instalado no palacete Pereira do Lago, na Rua do Paço, edifício recuperado pelos arquitetos Fernando Távora e Bernardo Távora. O Museu Municipal beneficia agora de uma ampla área de exposição e serviços que permite acolher visitantes e utentes com qualidade.O visitante poderá desfrutar neste espaço museológico das cinco salas temáticas da Exposição Permanente dedicadas à Identidade, ao Território, à Arqueologia, aos Ofícios e à Terra e Água, onde se privilegiou um discurso expositivo claro e moderno, apoiado em diferentes níveis de informação destinados a diversos públicos, e com recurso a numerosos e inovadores suportes multimédia, onde a interação, a pedagogia e o divertimento são a linha de força. O Museu integra quatro núcleos museológicos: O Castro do Monte Mozinho; Moinho da Ponte de Novelas; O Engenho de Sebolido; A Aldeia de Quintandona. Nos quatro núcleos o Museu faz visitas guiadas para grupos mediante marcação prévia. Este edifício foi o único e autêntico palácio da cidade e que pertenceu à família Pereira do Lago. Constituído por um piso térreo e andar nobre, alçado simétrico e de sabor neoclássico, formado por um corpo central rematado por frontão triangular, com três portas de sacada única. A porta, para carros, acedia a um grande vestíbulo, onde a escada levava ao andar superior.
Vallási helyszín

Largo e Igreja de Nossa Senhora da Ajuda

A Confraria de Nossa Senhora da Ajuda é muito antiga, pois já em 1653 falava-se que os seus estatutos já existiam, e a sua Capela ficava fora do povoado. Com a abertura de novos arruamentos, a Capela situada no centro do largo, dificultava as ligações entre a Rua Direita e a de Cimo de Vila, e ambas com a Rua Nova (hoje Dr. Joaquim Cotta). Assim, para construir aonde actualmente se encontra metida entre o casario do largo, a confraria teve de comprar várias casas. No ano de 1785, iniciou-se a construção da nova capela de N. S. da Ajuda. Em 1790 foi demolida a antiga capela, sendo a sua pedra aplicada para o ladrilho da sacristia, adro e o resto da pedra foi aplicada no alicerce da torre sineira. Já em 1801, se pedia licença para erguer a torre, estando os trabalhos concluídos em 1803, embora já em 1800 havia Santíssimo Sacramento no altar. Devido a infiltrações de humidade no templo, em 1866, a fachada da Capela é revestida com azulejos. Por efeito de uma alteração aos Estatutos da Confraria de Nossa Senhora da Ajuda, em 1992, a Capela passa a designar-se Igreja de Nossa Senhora da Ajuda.
Waypoint

Rua Alfredo Pereira (zona histórica)

Alfredo Pereira (Macau, 08-10-1853 / Lisboa, 29-03-1925) foi um ilustre Engenheiro Agrónomo-Silvicultor, mas que teve acção preponderante nos CTT, embora o seu nome esteja “Toponomizado” em Penafiel, não pela sua acção enquanto “Postalista” mas sim, como deputado, representando o Círculo de Penafiel. Foi também secretário, interino, do Ministério das Obras Públicas. Foi condecorado com o Grau de Comendador de Santiago, Comendador da Ordem de Santa Ana, da Rússia, Cavaleiro e Comendador da ordem da Legião de Honra, da França, da Rússia, do Japão, do Luxemburgo e da Roménia.
Sports facility

Complexo Desportivo do Sameiro

Emlékmű

Aqueduto do Mosteiro de Bustelo

Aqueduto de cantaria, com cerca de 380 metros visíveis, composto por várias arcadas de volta perfeita, assentes em pilares de alvenaria de granito aparente, parcialmente fechadas, com caleira interna no topo, formando o muro da cerca. Neste muro exterior do núcleo principal do mosteiro, um nicho encimado por ameias decorativas, e por escudo com as cinco quinas, contendo nicho de volta perfeita e duas mísulas salientes; no ângulo que este forma com o muro, uma mísula com imagem. Construído para abastecimento de água ao mosteiro delimita parcialmente a cerca a SE. No tempo em que o mosteiro era habitado pelos monges beneditinos, o aqueduto servia para conduzir a água até ao mosteiro e o abastecer do precioso líquido.
Waypoint

Travessa do Ribeiro / Beco de Palhães

Waypoint

Caminho de Olivão

Waypoint

Caminho do Giestal

Vallási helyszín

Capela de Milhundos

Na pequena Capela de Milhundos (ou Capela de Nossa Senhora da Ajuda), embora haja referência a uma sepultura antropomórfica escavada na rocha, não é possível localizá-la pois é muito provável que esta terá já sido destruída, uma vez que toda a área foi alvo de grandes remodelações urbanísticas que transformaram por completo a envolvente, para construção da variante circular Sul do Cavalum, e para loteamento da zona.
Vallási helyszín

Capela de São Sebastião

Waypoint

Casa da Quebradinha

Waypoint

Casa de Olivão

Vallási helyszín

Cruzeiro Monacal de Bustelo

O Cruzeiro monacal é em cantaria de granito, composto por plataforma de cinco degraus com focinhos salientes, onde assenta a base em forma de plinto paralelepipédico decorado com almofadas cartuladas, as das faces laterais semelhantes, com losango rodeado por contas, a da face principal com o escudo da Ordem beneditina e o posterior com elemento ovalado enquadrando flor estilizada de quatro folhas, envolto por motivo de contas. O fuste é estriado, com o terço inferior decorado por folhas estilizadas, e o capitel é coríntio, encimado por uma esfera gomeada, na qual assenta a cruz latina, com hastes almofadadas e remate lanceolado, exatamente igual ao de Tibães.
Waypoint

Escola-Cantina de Bustelo

Kút

Fontanário / Lavadouro do Ribeiro

Vallási helyszín

Mosteiro e Igreja de São Miguel de Bustelo

Situado na freguesia de Bustelo, no concelho de Penafiel, o Mosteiro de Bustelo tem origens ainda no século X, tendo sofrido muitas alterações ao longo dos séculos. O Mosteiro terá sido reconstruído em 1633, sobre um anterior edifício românico, construído no final do século X, contudo foram as alterações do século XVIII que marcaram decisivamente o estilo do monumento, que ainda hoje se mantém. As dependências monásticas estão hoje em ruína, entrando em franco declínio desde a extinção das ordens religiosas em 1834, sendo ainda composto hoje em dia por um claustro e quatro dormitórios, equivalentes aos quatro pontos cardeais. A Igreja começou a ser construída em 1695, sob o modelo clássico beneditino, em planta cruciforme de uma única nave, com coro alto e capela-mor. De destaque no interior são os altares laterais num profuso estilo rococó, o coro alto, o joanino retábulo-mor, um cadeirão “rocaille” e toda a profusão de talha dourada. A frontaria é ladeada por duas torres sineiras que rematam um frontão encimado por uma cruz. A igreja possui uma nave abóbada cilíndrica de caixotões. O claustro apresenta, no piso térreo, seis arcadas de colunas toscanas e, no centro, uma fonte barroca.
Waypoint

Quinta da Eira

Situada a 35 km do Porto, em Bustelo - Penafiel, a Quinta da Eira é uma propriedade rural com cerca de 12 hectares, adaptada para campos de férias, passeios escolares, dias de empresa, possuindo todas as estruturas necessárias à realização de programas para diferentes públicos. 
Um passeio pelo campo, o contacto com diversos animais, um almoço de amigos, uma corrida de buggies, um jogo de paintball, ou uma vertiginosa descida de slide são, entre muitas, algumas das sugestões propostas.
Waypoint

Quinta de Sto. António de Segade

Quinta construída por Manuel da Rocha Melo, no final da década de 30, que conseguiu dar muito emprego a pessoas da zona que trabalhavam na construção. As cantinas (duas) construídas pelo fundador ajudaram a matar a fome a muitas pessoas no tempo da segunda grande guerra. Neste momento a Quinta ficou para os herdeiros que se dedicam à agricultura biológica. Para além de um espaço agradável, esta dedica-se ao vinho da região e aos cereais, nomeadamente o milho branco e o centeio. A quinta tem lagar de vinho, campos de cultivo (vinhas), moinhos de água. Possui também uma capela e um restaurante.
Waypoint

Caminho das Chousas

Waypoint

Vila Irene

Casas de Brasileiro (Arquitectura dos Torna-Viagem) - A participação dos “torna-viagem” na formação da vanguarda artística portuguesa – a que se convencionou chamar futurista ou modernista – não é evidente. Mas estes novos-ricos dos alvores do século XX sempre tiveram grande disponibilidade para a ruptura, aceitando a importação do internacional como fator diferenciador e testemunha de sucesso na representação do seu regresso à terra natal. Nas Casas de Brasileiro que construíram – não só nas principais cidades e vilas mas também nas pequenas povoações do espaço rural – adotaram soluções inovadoras e requintadas. Muitas vezes, estas obras resultaram da intervenção de projetistas escolhidos pelo seu prestígio como construtores ou artistas capazes de responder às exigências de modernidade destes proprietários enriquecidos, conhecedores do conforto oferecido pelo mundo em transformação. Estas casas, dispersas no território, tornaram-se marcas da variante moderna do romantismo europeu na produção arquitetônica. Em Portugal, suportadas pelos excedentes de dinheiro vindo do Brasil, ou de África (e raramente da América do Norte), e promovidas por clientes disponíveis e colaborativos, constituíram oportunidades imensas de trabalho para os arquitectos. A narrativa histórica da arquitectura portuguesa nos alvores da modernidade também terá de ser feita para além das grandes cidades, num território onde a casa do “torna-viagem” é um elemento fundamental.

Hozzászólások

    You can or this trail