Idõ  6 óra 42 perc

Koordináták 2101

Uploaded 2021. április 19.

Recorded április 2021

-
-
386 m
154 m
0
5,3
11
21,2 km

Megtekintve 28 alkalommal, letöltve 2 alkalommal

közel Milhundos, Porto (Portugal)

O percurso aqui partilhado pode conter erros de GPS ou eventualmente passar por propriedades privadas, ou mesmo através de corta mato e ter passagens por locais que podem ser perigosos para os menos experientes. A descrição do percurso é efetuada à data da sua realização, pelo que se deve ter em atenção que as condições do trilho podem facilmente vir a alterar-se, quer pelas condições meteorológicas, quer por mudança da vegetação, quer por outros fatores inimputáveis à minha vontade. O grau de dificuldade e as condições técnicas atribuídas é baseado na minha experiência pessoal e apenas serve de referência, pelo que não me responsabilizo por qualquer acidente que possa ocorrer por influência ou utilização do percurso aqui disponibilizado.


VALE DO SOUSA

- Este percurso liga a cidade de Penafiel às freguesias de Bustelo e de Novelas, através do vale do rio Sousa, atravessando zonas rurais das terras de Arrifana de Sousa, com especial destaque para as férteis terras de cultivo nas margens do rio Sousa;
- Trilho circular, sem marcações, com início e fim junto ao edifício das Piscinas Municipais (opcional - existe parque de estacionamento gratuito);
- Percorre calçadas, carreiros, vielas, ruas e caminhos do vale do Sousa, pelas freguesias de Bustelo e Novelas, pela cidade de Penafiel e seus arredores;
- Ao longo do percurso existem vários pontos de referência, com destaque para o Mosteiro de Bustelo e respetivo aqueduto, diversas quintas e casas senhoriais, o rio Sousa e as pontes de Sousa e do Codeço, o Moinho da ponte de Novelas, a Casa de Louredo e a Vila Irene;
- Misto de calçadas, caminhos e carreiros de terra;
- Trilho com características moderadas, tendo em conta a distância percorrida. Entre o km 2 e o km 3,3, o trilho atravessa duas vinhas privadas. No entanto, esta passagem faz-se por caminhos públicos de serventia com inclinações bastante acentuadas;
- Após a passagem sob a N106, ao km 17,5, o terreno que se atravessa está a ser intervencionado (futura ligação rodoviária à estação CP de Penafiel), pelo que deixará de ser possível atravessar esse terreno (obras e máquinas pesadas em movimento). Existem alternativas que num próximo percurso serão exploradas;
- A cidade de Penafiel, com os seus 250 anos de existência, está repleta de edifícios e recantos cuja importância histórica é indissociável do seu legado enquanto cidade de referência no Vale do Sousa;
- O Mosteiro de Bustelo, antigo mosteiro beneditino, masculino, apresenta-se hoje como um importante monumento barroco, individualizando-se sobretudo pelo imponente aqueduto, pelos altares e cadeiral do coro, em talha, profusamente decorados;
- O rio Sousa nasce na zona de Felgueiras e, meia centena de quilómetros depois, desagua no Douro próximo da cidade do Porto, em Gondomar. O seu vale é rico em património, com particular relevo para o românico;
- Este trilho é um percurso longo mas moderado, acessível, pelo que não exige uma especial capacidade física. No entanto, se chover, as calçadas em paralelo, assim como os caminhos de terra, tornar-se-ão escorregadios e lamacentos. O ideal, para desfrutar dos vários pontos de interesse, será mesmo um dia seco mas não muito quente;
- No seu todo é um percurso bastante bonito, rico em diversidade paisagística, histórica e cultural. As terras de Arrifana de Sousa, repletas de história e tradição, surpreenderão, com certeza, quem as visite!!


RIO SOUSA (NOVELAS)

Outros percursos realizados nesta região:
Pela Rota do Românico: na senda da Beata Mafalda
Rota pelo vale do Sousa: de Penafiel ao Mosteiro de Bustelo
Rota Circular a Penafiel: do Vale do Sousa ao Vale do Cavalum
Penafiel (Arrifana de Sousa) - Walking tour 05
Penafiel (Arrifana de Sousa) - Walking tour 04
Penafiel (Arrifana de Sousa) - Walking tour 03
Penafiel (Arrifana de Sousa) - Walking tour 02
Penafiel (Arrifana de Sousa) - Walking tour 01
Por terras de Arrifana de Sousa: de Penafiel a Vila Boa de Quires
Arrifana de Sousa (Penafiel)
Penafiel, Rande e Milhundos
Penafiel (Vale do Cavalum)


CAMINHO DO GIESTAL (BUSTELO)

- A LENDA DA PENA FIEL
Por volta do ano 950, existia como grande senhora da Região, uma respeitável matrona de alta linhagem, com o nome de Mumadona Dias, viúva do honrado Conde Hermenegildo. Junto do Túmulo do seu bem-amado esposo, Mumadona passava os dias, onde se confessava chorando a amargura que lhe inundava a alma, e não se cansava de prantear sua triste sorte. Também junto do túmulo falava dos seus filhos, Nuno e Arriana, dizendo que sem eles a sua vida de nada serviria. Decerto por tudo isso, quando houve a divisão dos bens deixados pelo Conde Hermenegildo, a chorosa viúva escolheu as melhores terras para os seus filhos predilectos- Arriana e Nuno. Mas os filhos recusavam dizendo:
- "Só a morte nos poderá separar de vós!"
Quando Mumadona falava a sua filha em casar ela exclama sempre que nunca iria casar! Passados uns tempos Mumadona recebeu a visita de um vizinho poderoso, D. Mendo de Sousa, senhor de muitas terras em redor. D. Mendo, deu a conhecer então a sua visita:
- "Senhora, conheceis quem sou e quanto valho. Ninguém se me pode comparar em poderio. E assim devereis considerar uma honra, senhora, para vós e para vossa casa, que eu deseje casar com vossa filha Arrifana".
Dona Mumadona, tolhida de espanto só respondeu:
- "Perdão, D. Mendo... minha filha chama-se Arriana... e não Arrifana!"
Então a teimosia começou entre os dois por causa do nome da filha de Mumadona, até que esta disse que quem ia decidir era a Arriana. D. Mendo bem relembrou que quem decidia o noivo/a dos filhos eram os pais, mas Mumadona exclamou:
- "Não, Senhor D. Mendo de Sousa... nem a vossa fortuna, nem o vosso poder me farão mudar de ideias... Quem decide acerca do seu próprio coração é minha filha Arriana!!
Foi então que Arriana foi informada da vontade de D. Mendo de Sousa, que sempre trocava o seu nome por Arrifana. Então, nisto Arriana respondeu:
- "Senhor D. Mendo, sei bem como sois forte e rico... Iria decerto encontrar em vós um esposo ideal... Mas a verdade é que jurei não casar... e não caso, nem mesmo com o poderoso D.Mendo de Sousa!"
Com isto D. Mendo foi embora. Assim tudo voltou à normalidade. Família unida e feliz. Mas como o povo diz: "Não há bem que dure sempre"... Então surgiu um mal pior... Nuno adoeceu com grandes febres e perigosas... Durante dias, noites, semanas, as duas mulheres não largaram a cabeceira do enfermo. Foram chamados os melhores físicos e curandeiros, mas tudo em vão. A vida aos poucos e poucos ia abandonando o corpo de Nuno, que tão vigoroso fora. Ele bem o sentia, elas bem o sentiam. Mas lutavam ainda apesar de tudo. Elas bem o encorajavam, mas Nuno, todavia, compreendeu perfeitamente quando o momento chegou e disse:
- "Não vos quero aflitas... É a minha hora! Quem sabe? Talvez seja o senhor meu pai a chamar-me lá do céu..."
Ele sorrindo debilmente disse:
- "Pois tendes de me perder... ides ficar sem mim, eu vos digo... Sinto que me estou a afastar da terra."
Elas exclamaram em berros aflitivos:
- "Meu filho!"
- "Meu irmão!"
Mas era bem verdade, dolorosamente verdade, Nuno falecera... Conta ainda a lenda que desde então as duas mulheres viveram em pranto chorando a morte de Nuno, e que mal chegavam as trevas da noite, a Viúva Mumadona e sua filha Arriana vagueavam por ali, como doidas, desabafando dores e saudades:
- "Esta será para sempre a terra da nossa Pena Fiel pelo nosso querido Nuno!"
- "Tendes razão filha! Para todo o sempre, esta há-de ficar a ser a terra da nossa Pena Fiel!"
Passados anos, Mumadona e Arriana acabaram por morrer a as terras foram parar às mãos de D. Mendo de Sousa, que embora velho e agastado dizia:
- "Pois Claro! Já que ela não quis casar comigo em vida, ao menos pertencem-me as suas terras, e vou dar-lhes o nome que tanto gostava: serão as terras de Arrifana de Sousa, para que perpetuem o nome dela e o meu apelido."
As terras ficaram então com este nome, até que D. José I que conhecia a história da dor da saudade pelo jovem Nuno, quis também associar-se à tradição e a 3 de Março de 1770, elevou Arrifana de Sousa a Cidade com o Nome de Penafiel.


VALE DO SOUSA (NOVELAS)
Waypoint

Caminho do Calvário

Vallási helyszín

Capela do Senhor do Calvário

Waypoint

Calçada do Paço

Waypoint

Presa da Ribeira

Kút

Chafariz

No muro exterior do núcleo e junto à igreja, um chafariz embutido no muro, com espaldar angular, fechado pelas armas de São Bento, tendo, na base, bica em forma de carranca que verte para pequena taça retilínea assente em plinto de perfil côncavo.
Waypoint

Caminho do rio Sousa

Híd

Ponte e Moinhos de Sousa

No Inverno de 2001, a intempérie levou a que as águas do rio subissem repetidas vezes e quando, por fim, voltaram ao leito, a devastação era irrecuperável: casas de moinho caídas, engenhos arrastados, açudes cortados. Depois desta calamidade, apenas um moleiro teve capacidade para manter a sua profissão. Para todos os demais foi o fim. Infelizmente, em Sousa, Bustelo, o interessantíssimo núcleo de 7 moinhos e serração de madeira, conjunto de referência pela sua complexidade e qualidade, ficou no estado que as imagens documentam.
Waypoint

ETAR do Sousa

Waypoint

Caminho do Vale

Waypoint

Caminho do rio

Emlékmű

Aqueduto do Mosteiro de Bustelo

Aqueduto de cantaria, com cerca de 380 metros visíveis, composto por várias arcadas de volta perfeita, assentes em pilares de alvenaria de granito aparente, parcialmente fechadas, com caleira interna no topo, formando o muro da cerca. Neste muro exterior do núcleo principal do mosteiro, um nicho encimado por ameias decorativas, e por escudo com as cinco quinas, contendo nicho de volta perfeita e duas mísulas salientes; no ângulo que este forma com o muro, uma mísula com imagem. Construído para abastecimento de água ao mosteiro delimita parcialmente a cerca a SE. No tempo em que o mosteiro era habitado pelos monges beneditinos, o aqueduto servia para conduzir a água até ao mosteiro e o abastecer do precioso líquido.
Waypoint

Caminho das Chousas

Waypoint

Caminho de Olivão

Waypoint

Caminho do Giestal

Vallási helyszín

Capela de São Bartolomeu / Casa do Feitor

A capela de Louredo também designada de S. Bartolomeu ou de S. Cristovão, com origem medieval, foi igreja paroquial de Santiago de Louredo, até esta paróquia ter sido extinta em meados do séc. XVI. Atualmente todo lugar pertence a S. Martinho de Arrifana do Sousa. Entretanto a freguesia de Louredo uniu-se à freguesia de S. Martinho de Moazares, atualmente designada Penafiel. Julga-se que pela proximidade à Casa de Louredo e por ter sido objeto de obras por parte dos seus proprietários, a capela acabou por ser associada ao palacete, desconhecendo-se a época em que deixou de ter acesso público. É um pequeno templo com nave e capela-mor de dimensões muito singelas, implantado numa plataforma sobre-elevada, à qual se acede por escada alinhada com a porta frontal. A capela é rodeada por um adro suportado por muro de alvenaria de granito em toda a sua envolvente. Possui fachadas em alvenaria de granito aparente pontuadas por duas portas, principal e lateral com arco em ogiva e pequeno campanário a encimar a empena principal. A cobertura é em telhado com duas águas em ambos os espaços. No interior, a nave tem teto plano em madeira pintada, paredes rebocadas e pavimento em soalho de madeira. Tem arco cruzeiro de volta perfeita enquadrado por dois retábulos laterais, um dos quais com uma pintura com representação de S. Cristovão. O retábulo-mor com estrutura maneirista, mantém as duas pinturas laterais, que enquadram um nicho sobre o sacrário ao centro, e na parte superior é rematado por painel policromado de perfil curvo com representação de S. Martinho. Sabe-se que Belmiro Mendes de Vasconcelos, proprietário do palacete, foi quem, na primeira metade do séc XX, financiou uma grande obra na Capela de Louredo "para tornar mais asseada essa capela velhinha", mas não há referências à data em que fizeram o repinte dos retábulos que atualmente encontramos. Existe apenas noticia do aparecimento de ossadas quando o anterior proprietário realizou escavações no local.
Vallási helyszín

Capela de São Sebastião

Romok

Capela e Cruzeiro Nossa Sª da Guia (ruínas)

Waypoint

Casa da Quebradinha

Waypoint

Casa de Olivão

Romok

Casa Senhorial (abandonada)

Sports facility

Complexo Desportivo do Sameiro

Emlékmű

Cruzeiro Monacal de Bustelo

O Cruzeiro monacal é em cantaria de granito, composto por plataforma de cinco degraus com focinhos salientes, onde assenta a base em forma de plinto paralelepipédico decorado com almofadas cartuladas, as das faces laterais semelhantes, com losango rodeado por contas, a da face principal com o escudo da Ordem beneditina e o posterior com elemento ovalado enquadrando flor estilizada de quatro folhas, envolto por motivo de contas. O fuste é estriado, com o terço inferior decorado por folhas estilizadas, e o capitel é coríntio, encimado por uma esfera gomeada, na qual assenta a cruz latina, com hastes almofadadas e remate lanceolado, exatamente igual ao de Tibães.
Waypoint

Escola-Cantina de Bustelo

Train stop

Estação CP Penafiel / Novelas (desativada)

Sports facility

Estádio do Futebol Clube de Penafiel

Kút

Fontanário / Lavadouro do Ribeiro

Waypoint

Moinho da ponte de Novelas

Situado na margem do rio Sousa, o Moinho da Ponte de Novelas está hoje recuperado e musealizado, permitindo ao visitante a experimentação da atividade moageira tradicional. Ali vai poder conhecer e compreender de forma participada a engrenagem do moinho. Esta é uma unidade moageira sobre o Rio Sousa, onde o visitante pode ver o moinho em funcionamento. Este núcleo museológico procura, através de variadas acções, chamar a atenção para a importância do ambiente ribeirinho. No lameiro adjacente, plantaram-se as árvores que tradicionalmente bordejavam as margens do Sousa, como o amieiro e o lodão, tantas vezes suporte das uveiras, forma secular de sustentação das videiras a reconstituir. Também está presente o vimeiro, empregue no fabrico da cestaria.
Vallási helyszín

Mosteiro de Bustelo (claustros e corpo da hospedaria)

Vallási helyszín

Mosteiro e Igreja de São Miguel de Bustelo

Situado na freguesia de Bustelo, no concelho de Penafiel, o Mosteiro de Bustelo tem origens ainda no século X, tendo sofrido muitas alterações ao longo dos séculos. O Mosteiro terá sido reconstruído em 1633, sobre um anterior edifício românico, construído no final do século X, contudo foram as alterações do século XVIII que marcaram decisivamente o estilo do monumento, que ainda hoje se mantém. As dependências monásticas estão hoje em ruína, entrando em franco declínio desde a extinção das ordens religiosas em 1834, sendo ainda composto hoje em dia por um claustro e quatro dormitórios, equivalentes aos quatro pontos cardeais. A Igreja começou a ser construída em 1695, sob o modelo clássico beneditino, em planta cruciforme de uma única nave, com coro alto e capela-mor. De destaque no interior são os altares laterais num profuso estilo rococó, o coro alto, o joanino retábulo-mor, um cadeirão “rocaille” e toda a profusão de talha dourada. A frontaria é ladeada por duas torres sineiras que rematam um frontão encimado por uma cruz. A igreja possui uma nave abóbada cilíndrica de caixotões. O claustro apresenta, no piso térreo, seis arcadas de colunas toscanas e, no centro, uma fonte barroca.
Waypoint

Palacete / Casa de Louredo

A construção do palacete terá sido nos finais do séc. XIX, depois da abertura da rua Engenheiro Matos, verificando-se que na planta da cidade de Penafiel de 1892, ainda não existia. Nessa época o local estaria ocupado por outro edifício do qual ainda se encontram vestígios no nível inferior da atual casa. Desconhecemos a origem da construção inicial mas supõe-se que a Quinta de Louredo seria uma das várias quintas agrícolas referenciadas no lugar de Louredo já no séc. XVIII. A Quinta de Louredo pertenceu, entre outros proprietários, a Simão Júlio Ferreira de Almeida Mota Barbosa, cidadão ativo da vida penafidelense e pai do Poeta José Júlio, nascido em 1883 na casa. José Júlio Nogueira da Mota Barbosa herdou o Palacete em 1907, quando da morte de seu pai, e manteve-o até 1942, data em que o vendeu a Belmiro Mendes de Vasconcelos, emigrante no Brasil. Trata-se de um palacete com grande destaque em Penafiel, quer pela sua implantação numa das principais entradas da cidade mas também pelo seu perfil e desenho arquitetónico, que podemos inserir no contexto das "Casas de Brasileiro". Quando da sua construção, o local seria bastante mais isolado, apesar da presença de um ramal da linha de caminho-de-ferro na frente da casa no inicio do século, posteriormente desmantelado em 1931. A implantação da auto-estrada A4 a norte da quinta, e a implementação do nó de acesso á cidade, veio alterar profundamente a envolvente rural da propriedade que até aí perdurara. Atualmente a quinta mantém o acesso principal a nascente para onde apresenta muro com gradeamento de proteção e portões em ferro forjado. O palacete implanta-se afastado da via pública e encontra-se envolvido por jardim de gosto romântico, com árvores de algum porte e onde não faltam os elementos habituais, nomeadamente lago, o caramanchão, percursos e zonas de lazer com bancos, etc.
Panoráma

Panorâmica de Penafiel

Tunnel

Passagem inferior CP

Tunnel

Passagem sob A4

Tunnel

Passagem sob A4

Tunnel

Passagem sob N106

Waypoint

Passagem superior CP

Híd

Ponte do Codeço (rio Sousa)

Híd

Pontelha (rio Sousa)

Waypoint

Quinta da Eira

Situada a 35 km do Porto, em Bustelo - Penafiel, a Quinta da Eira é uma propriedade rural com cerca de 12 hectares, adaptada para campos de férias, passeios escolares, dias de empresa, possuindo todas as estruturas necessárias à realização de programas para diferentes públicos. 
Um passeio pelo campo, o contacto com diversos animais, um almoço de amigos, uma corrida de buggies, um jogo de paintball, ou uma vertiginosa descida de slide são, entre muitas, algumas das sugestões propostas.
Waypoint

Quinta de Sto. António de Segade

Quinta construída por Manuel da Rocha Melo, no final da década de 30, que conseguiu dar muito emprego a pessoas da zona que trabalhavam na construção. As cantinas (duas) construídas pelo fundador ajudaram a matar a fome a muitas pessoas no tempo da segunda grande guerra. Neste momento a Quinta ficou para os herdeiros que se dedicam à agricultura biológica. Para além de um espaço agradável, esta dedica-se ao vinho da região e aos cereais, nomeadamente o milho branco e o centeio. A quinta tem lagar de vinho, campos de cultivo (vinhas), moinhos de água. Possui também uma capela e um restaurante.
Waypoint

Tanque de Quintãs

Waypoint

Travessa de Penedos (alminhas)

Waypoint

Travessa do Ribeiro / Beco de Palhães

Waypoint

Vila Irene

Casas de Brasileiro (Arquitectura dos Torna-Viagem) - A participação dos “torna-viagem” na formação da vanguarda artística portuguesa – a que se convencionou chamar futurista ou modernista – não é evidente. Mas estes novos-ricos dos alvores do século XX sempre tiveram grande disponibilidade para a ruptura, aceitando a importação do internacional como fator diferenciador e testemunha de sucesso na representação do seu regresso à terra natal. Nas Casas de Brasileiro que construíram – não só nas principais cidades e vilas mas também nas pequenas povoações do espaço rural – adotaram soluções inovadoras e requintadas. Muitas vezes, estas obras resultaram da intervenção de projetistas escolhidos pelo seu prestígio como construtores ou artistas capazes de responder às exigências de modernidade destes proprietários enriquecidos, conhecedores do conforto oferecido pelo mundo em transformação. Estas casas, dispersas no território, tornaram-se marcas da variante moderna do romantismo europeu na produção arquitetônica. Em Portugal, suportadas pelos excedentes de dinheiro vindo do Brasil, ou de África (e raramente da América do Norte), e promovidas por clientes disponíveis e colaborativos, constituíram oportunidades imensas de trabalho para os arquitectos. A narrativa histórica da arquitectura portuguesa nos alvores da modernidade também terá de ser feita para além das grandes cidades, num território onde a casa do “torna-viagem” é um elemento fundamental.

Hozzászólások

    You can or this trail